Confira tudo sobre os filmes selecionados para a Mostra Wallace Leal

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Com seis longas e dez curtas, a Mostra Audiovisual Wallace Leal inicia-se na próxima terça-feira, 23 de fevereiro, na TodesPlay – uma plataforma global de filmes, séries e produções audiovisuais via streaming, que tem o objetivo de contribuir para um mercado mais diverso e representativo (todesplay.com.br).

A Mostra é uma realização da Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria Municipal da Cultura e Fundart, com apoio cultural do Sesc Araraquara – e tem toda a programação gratuita e no formato digital. Todos os filmes poderão ser assistidos no horário de preferência do internauta, dentro de período de 23 a 28 de fevereiro, para tanto é necessário efetuar o cadastro na plataforma TodesPlay.

Os longas-metragens selecionados são: “Chico Rei entre nós”(direção: Joyce Prado, gênero: documentário, ano de produção: 2020, classificação: livre), “Servidão” (direção: Renato Barbieri), “A Terra Negra Kawa” (direção: Sérgio Andrade, ficção, 2019, 14 anos), “Selvagem” (direção: Diego da Costa, ficção/drama, 2018-2021, livre), “Luciene” (direção: Juliana Curvo, documentário biográfico, 2020, livre) e “Essa terra é nossa” (direção: Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu, Roberto Romero; documentário, 2020, livre).

Já os curtas apresentam: “Pega-se Facção” (direção: Thais Braga, documentário, 2020, livre), “Alcatéia” (direção: Carolina Castilho, drama/ficção, 2020, classificação: 04 anos), “Seremos Ouvidas” (direção: Larissa Nepomuceno, documentário, 2020, livre), “Alfazema” (direção: Sabrina Fidalgo, ficção, 2019, 14 anos), “Filhas de Lavadeira” (direção: Edileuza Penha de Souza, documentário, 2019, livre), “Yaõkwa, imagem e memória” (direção: Rita Carelli e Vincent Carelli, documentário, 2020, livre),  “Mãtãnãg, A Encantada” (direção: Shawara Maxakali e Charles Bicalho, animação/drama, 2019, livre), “Modelo Morto, modelo vivo” (direção: Iuri Bermudes e Leona Jhovs, drama/romance, 2020, 16 anos), “Homens Invisíveis” (direção: Luís Carlos de Alencar, documentário, 2019, classificação: 07 anos) e “Supremacia da fumaça” (direção: Marcelo Mendes Gomes, drama/ficção, 2019, 10 anos).

Vale lembrar que, além dos filmes, a Mostra Wallace Leal também apresenta: 4 mesas de bate-papo, 2 oficinas e 1 Master Class. Os curadores desta nona edição, Maurício Coronado e Paulo Delfini, priorizaram produções dirigidas por mulheres, indígenas e pessoas trans a fim de trazer diversidade ao programa.

No site da Prefeitura de Araraquara, em “Notícias”, é possível acompanhar mais informações sobre toda a programação gratuita (www.araraquara.sp.gov.br).

 

Filmes da 9 Mostra Wallace Leal:

 

  • Longas metragens:

 

“Chico Rei entre nós” – Chico Rei foi um rei congolês que se tornou escravo e libertou a si mesmo e a seus súditos durante o Ciclo de Ouro em Minas Gerais. Sua história é o ponto de partida para explorar os diversos ecos da escravidão brasileira na vida dos negros de hoje em dia, entendendo seu movimento de autoafirmação e liberdade a partir de uma perspectiva coletiva.

O filme participou e foi premiado nos seguintes festivais: – 44ª Mostra Internacional de São Paulo (Brasil, 2020) – Prêmio do Público de Melhor Documentário Brasileiro e Menção Honrosa do Júri; – 13º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul (Brasil, 2020) – Filme de Encerramento; – Mostra DOCSP 2020 (Brasil, 2020); – 27º Festival de Cinema de Vitória (Brasil, 2020) – Competição de Longas Nacionais; – 15º Fest Aruanda (Brasil, 2020) – Melhor Personagem Feminino para Kátia Silvério e Melhor Trilha Sonora para Sérgio Pererê; – Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo (Brasil, 2020) – Filme de Encerramento.

A diretora Joyce Prado é formada em “Comunicação Social: Rádio e TV” pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e é especialista em “Roteiro Audiovisual” pelo Centro Universitário SENAC. Desenvolve trabalhos na área de cinema documental, ficcional e publicitário como diretora e produtora. Sua produção é voltada para a cultura afro-brasileira e diaspórica, sendo fundadora da Oxalá Produções. “Chico Rei Entre Nós” é seu primeiro longa-metragem documental.

 

Ficha técnica 

Direção: Joyce Prado

Dir. de fotografia: Nuna Nunes

Som: Evelyn Santos

Montagem: Tatiana Toffoli

Produção: André Sobral (Produtor), Juliana Vedovato (Prod. Executiva) e Laura Riolfi Barzotto (Prod. Executiva)

Trilha sonora: Sérgio Pererê

País de origem: Brasil

Duração: 94 min.

Gênero: Documentário

Ano de produção: 2020

Classificação indicativa: Livre 

 

“Servidão” – Muitos brasileiros pensam que a escravidão acabou com a assinatura da Lei Áurea. Mas as relações de exploração escravista do trabalho perduram até hoje. Estima-se que nesse exato momento existam 369 mil brasileiros vivendo e trabalhando como escravos. Através do testemunho de abolicionistas modernos e de trabalhadores rurais que foram vítimas da escravidão contemporânea, SERVIDÃO investiga a mentalidade escravagista da sociedade brasileira que remonta a 5 séculos.

O filme participou: 52° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 12th Festival Internacional Amazônida de Cinema de Fronteira – FIA CINEFRONT 7th Festival de Cine Latinoamericano de Quito, FLACQ 12th The Râșnov Film and Histories Festival 7º Festival de Cinema de Caruaru 7th LECYT – Festival de Cine y Televisión “Reino de León”  15th trinidad+tobago film festival 15th Harlem International Film Festival 6ª Edição do Festival Amazônia Doc 24a edição do Festival de Miami e 14a edição do Festival de Nova Iorque 5° Santos Filmfest 29th International Festival of Ethnological Film 43° Festival Guarnicê de Cinema 14th Alexandria Film Festival 14th Marda Loop Justice Film Festival’ 10th UTOPIA – UK Portuguese Film Festival 14° Atlantidoc – Festival Internacional de Cine Documental del Uruguay 9th Festival Internacional de Cine y Memoria Común de Nador

Renato Barbieri é Diretor de Criação da GAYA Filmes, sediada em Brasília. É diretor, produtor e roteirista. Começou a dirigir em 1983, na produtora Olhar Eletrônico, em São Paulo. Foi diretor do Jornal de Vanguarda, na Band. Realizou títulos premiados, como Cora Coralina – Todas as Vidas; Atlântico Negro – na Rota dos Orixás; Do Outro Lado da Sua Casa; As Vidas de Maria; Lendas Animadas; A Invenção de Brasília, MalagridaBianchetti e outros. Curador do Teste de Audiência. Diretor da CONNE.

 

Ficha técnica 

Direção: Renato Barbieri

Dir. de arte: Luis Sardá

Dir. de fotografia: Reynaldo Zangrandi

Som: Ronan Coelho

Montagem: Neto Borges 

Produção: Renato Barbieri

Trilha sonora: Eduardo Canavezes

Pós produção: CINEMÁTICA AUDIOVISUAL 

Elenco: Negra Li, Marinaldo Soares

País de origem: Brasil

 

“A Terra Negra Kawa“- Um grupo de cientistas faz escavações em terrenos no interior do Amazonas em busca de uma terra preta fértil, usada para fins agrícolas. Conforme se aproximam do sítio dos indígenas Kawa, notam que a terra adquire poderes energéticos e sensoriais.

O filme participou: 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 20° Festival do Rio – Rio de Janeiro International Film Festival 2º Festival Olhar do Norte Maranhão na Tela Panorama Coisa de Cinema 21º Festival Kinoarte de Cinema Cineamazonia 74th Festival Internazionale del Cinema di Salerno 15º Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões

Nascido em Manaus, Sergio Andrade é diretor, roteirista e produtor, participou de produções de TV e Cinema na Amazônia, entre elas “Diários da Motocicleta” de Walter Salles e “A Festa da Menina Morta” de Matheus Nachtergaele. Seus curtas “Um Rio Entre Nós” e “Cachoeira” receberam diversos prêmios e foram selecionado em festivais como Brasília, Clermont-Ferrand, Tiradentes, Cork, Toulouse, Miami, Recife, Barcelona, entre outros. Seu 1º longa, “A Floresta de Jonathas”, foi o primeiro projeto do Norte do Brasil contemplado no Edital de Baixo Orçamento do MinC. Finalizado em 2012, o longa esteve nos festivais do Rio, Rotterdam, Taipei, Curitiba, Praga, Scottsdale, 3 Continents Nantes, Kerala etc. e foi licenciado pela HBO. Seu segundo longa, “Antes o Tempo não Acabava”, estreou no Festival de Berlin em 2016, foi premiado como melhor filme nos Festivais Queer Lisboa e Vitória. “A Terra Negra dos Kawa”, selecionado para o Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, é seu terceiro longa-metragem.

 

Ficha técnica 

Direção: Sérgio Andrade

Dir. de arte: Maira Mesquita

Dir. de fotografia: Yure Cesar

Som: Felipe Magalhaes, Bernardo Uzeda

Montagem: Marina Meliande

Produção: Henrique AMud, Flavia Abtibol, Sergio Andrade,

Trilha sonora: Sergio Andrade, Roberto Russo, Bernardo Uzeda 

Elenco: Kay Sara, Anderson Kary BáyaErmelinda Yepario, Severiano Kedassere, Mariana Lima, Marat Descartes, Felipe Rocha, Anderson Tikuna

País de origem: Brasil

Duração: 99 min.

Gênero: Ficção

Ano de produção: 2019

Classificação indicativa: 14 anos

 

“Selvagem” – Sofia tem um objetivo muito claro: passar no vestibular, achar um emprego e sair de casa. Porém, quando a escola onde estuda é ocupada pelos seus amigos e colegas de classe, ela se vê em um dilema entre continuar estudando sozinha ou compartilhar seu conhecimento na transformação da escola.

 

Ficha técnica 

Direção: Diego da Costa

Diretor (a) de arte: Patricia Passos
Dir. de fotografia: Giovanna Pezzo
Som: Carolina Barranco, Rafael Ribeiro, Eduardo Barbosa
Montagem: Sergio Gag  
Produção: Well Darwin, Diego da Costa, Sergio Gag,
Trilha sonora: RBS, RIncon Sapiência, Leonardo de Sá, Mantovanni Neto
Pós-Produção Clandestino, RBS, Pietà Filmes, DGT, Filmes

Elenco Principal: Lucélia Santos, Rincon Sapiência, Kelson Succi, Fran Santos, Juliana Gerais, Paulo Pinheiro, Érica Ribeiro, Rafael Imbroisi, Dagoberto Feliz, Lucélia Sérgio, Vilma Melo, Everson Anderson, Leonardo de Sá, Jady Maria Bandeira, Felipe Marinho

País de origem: Brasil

Duração: 95 min.

Gênero: Ficção / Drama

Ano de produção: 2018/2021

Classificação indicativa: Livre

 

“Luciene”- O processo de construção de um documentário sobre a poeta mato-grossense Luciene Carvalho e a fronteira entre documentar o real ou aquilo que se conta, são os assuntos do filme Luciene. Abordando os aspectos do autobiográfico e da autoficção foram utilizadas linguagens artísticas, trazendo a poesia de Luciene, primeira preta imortal da academia mato-grossense de Letras. A antagonista-diretora só conseguiu conduzir as filmagens quando foi contaminada pela poeta, apresentando uma segunda autonarrativa e contando sobre a origem do filme que não consegue fazer.

Juliana Curvo é diretora e roteirista. Em sua carreira roteirizou e dirigiu o curta-metragem “Aquele disco da Gal”, produzido em 2017 e vencedor na 2ª Mostra Nacional Sesc de Cinema. Logo após, roteirizou e dirigiu o longa-metragem não-ficcional “Luciene”, dedicado a documentação da vida e obra da poeta e artista, Luciene Carvalho. Atualmente Juliana está em fase de desenvolvimento do roteiro de longa-metragem “O gosto do Cloro”, contemplado no Edital de Desenvolvimento de Projetos Audiovisuais promovido pela Secretaria de Cultura do Governo de Mato Grosso.

 

Ficha técnica 

Direção: Juliana Curvo

Dir. de fotografia: Marcelo Biss

Som: Andressa Clain

Montagem: Isabela Padilha

Produção: Bárbara Varela

Trilha sonora: Hilen Campos

País de origem: Brasil / Mato Grosso do Sul

Duração: 72 min.

Gênero: Documentário biográfico

Ano de produção: 2020 

Classificação indicativa: Livre 

 
“Essa terra é nossa”- Antigamente, os brancos não existiam e nós vivíamos caçando com os nossos espíritos yãmĩyxop. Mas os brancos vieram, derrubaram as matas, secaram os rios e espantaram os bichos para longe. Hoje, as nossas árvores compridas acabaram, os brancos nos cercaram e a nossa terra é pequenininha. Mas os nossos yãmĩyxop são muito fortes e nos ensinaram as histórias e os cantos dos antigos que andaram por aqui.

O filme participou: Forumdoc.bh 2020 e Mostra de Cinema de Tiradentes 2021 (vencedor como melhor longa-metragem no Júri Popular).

Currículo dos diretores:

Isael Maxakali: – Tatakox (23min, 2007) – Xokxop Pet (4min, 2009) – Yiax ka’ax: fim do resguardo (30min, 2010) – Quando os yãmĩy vêm dançar conosco (70min, 2011) – Xupapõynãg (13min, 2011) – Kotkuphi (23min, 2011) – Yãmĩy (14min, 2011) – Kakxop pit hãmkoxuk xop te yũmũgãhã: a iniciação dos filhos dos espíritos da terra (50min, 2015) – Konãg Xeka: o dilúvio maxakali (20min, 2016) – Grin (40min, 2016) – Yãmĩyhex: as mulheres-espírito (76min, 2019) – Essa Terra É Nossa! (70min, 2020) 

Sueli Maxakali – Quando os yãmiy vêm dançar conosco (70min, 2011) – Yãmĩyhex: as mulheres-espírito (76min, 2019) – Essa Terra É Nossa! (70min, 2020) 

Carolina Canguçu – Tança (31min, 2015) – Rádio educadora 40 anos (25min, 2018) – Txirin: o batismo do gavião (30min, 2018) – Mestre Pastinha, Rei da Capoeira (60min, 2019) – Mestre Moa, presente! (31min, 2019) – Toponímia da cidade de Salvador (33min, 2019) – Essa Terra É Nossa! (70min, 2020) 

Roberto Romero – Essa Terra É Nossa! (70min, 2020)

 

Ficha técnica 

Direção: Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu, Roberto Romero

Dir. de fotografia: Isael Maxakali, Carolina Canguçu, Jacinto Maxakali, Alexandre Maxakali, Sueli Maxakali, Roberto Romero

Som: Marcela Santos

Montagem: Carolina Canguçu, Roberto Romero

Produção: Carolina Canguçu, Roberto Romero

País de origem: Brasil

Duração: 70 min.

Gênero: Documentário

Ano de produção: 2020

Classificação indicativa: Livre

 

Curtas metragens:

 

“Pega-se Facção”- Em uma região onde a seca dura a maior parte do ano e a agricultura familiar não garante o sustento, mãe e filha veem como única saída a costura domiciliar terceirizada na zona rural de Caruaru-PE. Mas qual é o preço a ser pago?

O curta participou: 3º Cine Verão (Melhor Desenho de Som); 13º Curta Taquary (Melhor Direção de Fotografia); 3º Fest. de Cine de Rua de Remígio (Prêmio da Crítica ACCiRN); 15º FestTaguatinha de Cinema; 7º Fest. de Cinema de Caruaru (Melhor Filme e Menção Honrosa da Crítica); 6º Fest. Curta Campos do Jordão (Menção Honrosa do Júri Oficial); 13th Los Angeles Brazilian Film Festival; 43º Guarnicê Festival de Cinema; II Fest. Int. de Cine Austral; XII CINECREED; IX CachoeiraDoc; V Mostra Itinerante Livre de Cinema (Melhor Filme) 5º Curta Santos – Mostra das Minas

 Thais Braga tem em seu currículo: “20 Anos” (2018 / ficção) e “Pega-se Facção” (2020 / documentário).

 

Ficha técnica 

Direção: Thais Braga

Dir. de fotografia: Sylara Silvério

Som: (Som Direto) Elisa Lazuli

Montagem: Sylara Silvério e Twany Moura

Produção: Camilla Barbosa

Trilha sonora: 

Elenco: Luciene Noêmia, Micaele Liane

País de origem: Brasil

Duração: 13 min.

Gênero: Documentário

Ano de produção: 2020

Classificação indicativa: Livre

 

Alcatéia“- Mulheres que correm umas com as outras. Curta-metragem livremente inspirado pelo livro “Mulheres Que Correm Com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés.

 

Ficha técnica 

Direção: Carolina Castilho

Dir. de arte: Flávia B. Paques

Dir. de fotografia: Juliana Alves e Larissa Fochetto

Som: Bruna Maria, Filipe França e Gezez Teles

Montagem: Carolina Castilho, Daniel Ifanger e Filipe França

Produção: Carolina Castilho e Daniel Mota

Trilha sonora: 

País de origem: Brasil

Duração: 18 min.

Gênero: Drama / ficção

Ano de produção: 2020

Classificação indicativa: 04 anos

 

“Seremos Ouvidas” – Como existir em uma estrutura sexista e ouvinte? Gabriela, Celma e Klicia, três mulheres surdas com realidades diferentes, compartilham suas lutas e trajetórias no movimento feminista surdo.

O curta participou: Prêmio de Melhor Filme no 7º Lumiar – Festival Interamericano de Cinema Universitário (Brasil, 2020); Prêmio Destaque do Júri no 6º Festival Curta Campos do Jordão (Brasil, 2020); Prêmio de Melhor Personagem de Documentário no 3º Curta Caicó (Brasil, 2020); Prêmio de Melhor Pôster, e Menção Honrosa do Júri no 7º Festival de Cinema de Caruaru (Brasil, 2020); Menção Honrosa no 5º Curta Canedo (Brasil, 2020); Menção Honrosa no 4º ROTA – Festival de Roteiro Audiovisual (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Praça da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes (Brasil, 2020); Seleção Oficial na V Mostra de Cinema da Mulher (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Macambira – Mostra de Cinema de Realizadoras (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 8º FESTCINE – Curta Pinhais (Brasil, 2020); Seleção Oficial na 7ª MAU – Mostra Audiovisual Universitária (Brasil, 2020); Seleção Oficial no Motriz – Festival de Cinema de Planaltina (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 8º VerCine – Festival de Cinema da Baixada Fluminense (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra É Nóis Brasil do VII FAVERA – Festival Audiovisual de Vera Cruz (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Paralela do 15º Festival Taguatinga de Cinema (Brasil, 2020); Seleção Oficial no I Festival Nacional de Curtas do Cinema da Fundação – FestCurtas Fundaj (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Mirada Paranaense do 9º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Cinema de Curitiba (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 22º FestCurtasBH – Festival de Curtas-metragens de Belo Horizonte (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Sessão O Que Pode um Corpo? da Mostra [em]curtas (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 3º Festival Mulheres no Cinema (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 5º Cine Tamoio – Festival de Cinema de São Gonçalo (Brasil, 2020); Seleção Oficial na II Mostra Empoderadas Mulheres Negras no Audiovisual (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Diretoras Mulheres – Itaú Cultural (Brasil, 2020); Seleção Oficial na 5ª Elas Fazem Cinema – Mostra de Filmes Dirigidos Por Mulheres (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Mulheres no Cinema do 27º Festival de Cinema de Vitória (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Competitiva de Curtas do 43º Festival Guarnicê de Cinema (Brasil, 2020); Seleção Oficial na 19ª MAUAL – Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina (Brasil, 2020); Seleção Oficial no Festival Corvo de Gesso (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Competitiva de Curtas do 5º Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 2º Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual (Brasil, 2020); Seleção Oficial no V FICCA – Festival Internacional de Cinema do Caeté (Brasil, 2020); Convite para exibição no Cineclube Aranha (Brasil, 2020); Seleção Oficial no Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Mostra Brasil da 13ª MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 2º Festival de Cinema Negro Zélia Amador de Deus (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 9º Cinecipó – Festival do Filme Insurgente (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 13º Festival de Cinema da Lapa (Brasil, 2020); Seleção Oficial no III Mostra Clandestina – Mulheres no Fim do Mundo (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 18º Curta Santos (Brasil, 2020); Seleção Oficial na Se Mostra! (Brasil, 2020); Seleção Oficial no 4º Cine Verão – Festival de Cinema da Cidade do Sol (Brasil, 2021);

Larissa Nepomuceno é roteirista e diretora cinematográfica, formada em Cinema pelo Centro Europeu, formada em Artes Visuais e bolsista no programa de mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná. Seu primeiro curta-metragem, o documentário “Megg – A Margem que Migra para o Centro” (2018), recebeu sete prêmios e duas menções honrosas em mais de sessenta participações em festivais ao redor do mundo. Seu segundo curta-metragem, o documentário “Seremos Ouvidas” (2020), fez sua estreia mundial na 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, e já recebeu 4 prêmios e 3 menções honrosas em 40 seleções em festivais até o momento.

 

Ficha técnica 

Direção: Larissa Nepomuceno

Dir. de arte: Lucas Veiga

Dir. de fotografia: Lucía Alonso, Eduardo Sanches, Rodrigo Franco 

Som: Carmen Agulham

Montagem: Larissa Nepomuceno, Lucas Teixeira, Fábio Thibes

Produção: Larissa Nepomuceno, Lucía Alonso, Lucas Veiga

Trilha sonora:

Pós produção: Fábio Thibes

Elenco: Celma Gomes, Klicia Campos, Gabriela Grigolom 

País de origem: Brasil

Duração: 13 min.

Gênero: Documentário

Ano de produção: 2020

Classificação indicativa: Livre

 

“Alfazema”- É carnaval e Flaviana vive um difícil dilema; como se livrar do amante que se recusa a sair de seu chuveiro?

 

Ficha técnica 

Direção: Sabrina Fidalgo

Dir. de arte: Daniel Sá Vasconcellos

Dir. de fotografia: Júlia Zakia

Som: Vitor Kruter

Montagem: Bia Medeiros

Produção: Sabrina Fidalgo, Cavi Borges e Marcus Vinicius Ribeiro 

Trilha sonora: Sabrina Fidalgo

Elenco: Shirley Cruz, Elisa Lucinda, Bruna Linzmeyer, Bianca Joy-Porte, Victor Albuquerque e Sabrina Fidalgo

Montagem: Mistyka

País de origem: Brasil

Duração: 24 min

Gênero: Ficção

Ano de produção: 2019

Classificação indicativa: 14 anos

“Filhas de Lavadeira”- O documentário apresenta histórias de Mulheres Negras que graças ao trabalho árduo de suas mães puderam ir para escola e refazer os caminhos trilhados pelas suas antecessoras. Suas memórias, alegrias e tristezas, dores e poesias se fazem presente como possibilidades de um novo destino. Transformando o duro trabalho das lavadeiras em um espetáculo de vida e plenitude.

O curta participou: Mostra Égbe de Cinema Negro, 13ª CineBH – Mostra de Cinema de Belo Horizonte, Cine Baru – Mostra Sagarana, 4° CINE TAMOIO 2019, Curta O Gênero 2019, Mostra Ela na Tela 2019 – 5ª Edição, TSM 2019, 8º Curta Brasília, Festival Rastro,  15º Festival de Taguatinga, 25° Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade.

Prêmio Recebidos:  4° CINE TAMOIO 2019 – Menção honrosa; 8º Curta Brasília – Troféu Tesourinha;  7° Festival de Cinema Feminino – Tudo sobre Mulheres Cuiabá-MT. Troféu – Maria Taquara Onírica – Melhor Filme Júri Popular e Melhor Filme da Região CONNE (Centro-Oeste, Norte, Nordeste); e 25° Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade – Melhor Documentário de Curta Metragem e Prêmio Aquisição Canal Brasil de incentivo ao Curta-metragem. 

Edileuza Penha de Souza é documentarista e pesquisadora, dirigiu: Mulheres de Barro (Brasil, 2015 – 26min); Sem Limites (Cuba, 2013 – 15min); Um Peso por um Chiste (Cuba, 2013 – 14min); Conta-Contos – a arte de ouvir e contar histórias (Fundação Cultural Palmares, 2010 -11min), Filhas de Lavadeiras (2019). Professora, participou do documentário Afronte dos diretores Marcus Mesquita e Bruno Victor. Doutora em educação e comunicação pela Universidade de Brasília (unB), onde leciona as disciplinas Pensamento Negro Contemporâneo e Etnologia Visual da Imagem do Negro no Cinema, desde 2007 tem podido orientar diversos trabalhos na área do audiovisual. Foi estudante da EICTV – Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Banõs – República de Cuba, onde participou como Produtora, diretora de artes, roteirista e atriz do premiado curta Teresa. Organizou a Coleção: “Negritude Cinema e Educação – Caminhos para implementação da lei 10.639/2003”, editado pela Mazza Edições, Belo Horizonte, aprovada no PNLD dos professores pelo FNDE em 2014. É a idealizadora e coordenadora da I e II Mostra Competitiva de Cineastas e Produtoras Negras Adélia Sampaio. Curadora do II Festival de Cinema do Paranoá. Jurada no Porto Femme International Film Festival e do Prêmio Zózimo Bulbul no Festival de Cinema de Brasília.

Ficha técnica 

Direção: Edileuza Penha de Souza

Diretor (a) de arte: Lia Maria dos Santos 

Diretor (a) de fotografia: Waldir Pina e Ana Carolina Matias 

Montagem/Edição: Adon Bicalho 

Produtor(a) Marcus Azevedo e Ruth Maranhão 

Som: Nathalia Mendes e Juciele Fonseca 

Trilha Sonora: Layla Jorge e Marcelo Café 

Pós-Produção: Diego Cajueiro

Elenco Principal: Neide Rafael, Benedita da Silva, Ruth de Souza, Neusa das Dores Pereira, Elisabete Martins da Silva Gonçalves, Maria José de Souza, Hellen Rodrigues Batista, Rosangela Rodrigues Batista, Iris Marques Patricio de Oliveira, Magna Marques de Jesus Oliveira, Conceição Evaristo, Mary France de Deus, Angela Donizete Batista de Deus, Maria Goretti dos Santos, e Ivonete Nunes Rodrigues dos Santos

País de Origem: Brasil

Duração: 22 min.

Gênero: Documentário

Ano de produção: 2019

Classificação indicativa: Livre

 
Yaõkwa, imagem e memória”- O vídeo realizado nas aldeias pelos índios Enawenê Nawê, durante 15 anos, extensos registros do Yaõkwa, seu mais longo ritual, em que os mestres de cerimônia puxam, durante sete meses, uma miríade de cantos, afim de manter o equilíbrio do mundo terreno como mundo espiritual. Neste filme, outros 15 anos mais tarde, os Enawenê Nawê reencontram essas imagens e, com elas, parentes falecidos, costumes que caíram em desuso e preciosos cantos rituais.

O filme recebeu Menção Honrosa no Forumdoc.bh 2020 .

Vincent Carelli é criador da ONG Vídeo nas Aldeias que atua há mais de 30 anos junto aos povos indígenas. É diretor de longas de ampla repercussão nacional como Martírio e Corumbiara. Rita Carelli é atriz, diretora e roteirista dos curtas “Hospedeira” e “A Era de Lareokotô”.

Ficha técnica 

Direção: Rita Carelli e Vincent Carelli

Dir. de arte: Rita Carelli

Dir. de fotografia: Tiago Campos Torres

Som: Wallace Nogueira

Montagem: Tiago Campos Torres

Produção: Olivia Sabino

Trilha sonora: Comunidade Enawenê Nawê

Pós produção: Tiago Campos Torres

Elenco: Comunidade Enawenê Nawê

País de Origem: Brasil;

Duração: 22 min.

Gênero: Documentário

Ano de Produção: 2020

Classificação Indicativa: Livre

 

Mãtãnãg, A Encantada”- A índia Mãtãnãg segue o espírito de seu marido, morto picado por uma cobra, até a aldeia dos mortos. Juntos eles superam os obstáculos que separam o mundo terreno do mundo espiritual. Uma vez na terra dos espíritos, as coisas são diferentes: outros modos regem o sobrenatural. Mas Mãtãnãg não está morta e sua alma deve retornar ao convívio dos vivos. De volta à sua aldeia, reunida a seus parentes, novas vicissitudes durante um ritual proporcionarão a oportunidade para que mais uma vez vivos e mortos se reencontrem. Falado em língua Maxakali e legendado, Mãtãnãg se baseia em uma história tradicional do povo Maxakali. As ilustrações para o filme foram realizadas em oficina na Aldeia Verde, no município de Ladainha, em Minas Gerais.

O filme participou: – Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belo Horizonte, julho, 2019 (Cerimônia de lançamento); – NC Latin American Film Festival, North Carolina University at Chapel Hill, North Carolina, USA, 2019; – Department of Romance LanguagesTufts University, Massachusetts, USA, 2019; – Pardee School of Global Studies and Center for Latin American Studies, Boston University, Boston, Massachusetts, USA, 2019; – Watson Institute for International and Public Affairs, Brown University, Providence, Rhode Island, USA, 2019; – Department of Romance Languages and Literatures, Harvard University, Massachusetts, USA, 2019; – Global Studies and Languages Department, Massachusetts Institute of Technology (MIT), Massachusetts, USA, 2019; – North Carolina Latin American Film Festival, Duke University Durham, North Carolina, USA, 2019; – Festival Curta Campos do Jordão, São Paulo, Brasil, 2019; – Bang Awards Festival, Portugal, 2019; – Forumdoc, Belo Horizonte, Brasil, 2019; – FIBABC, Spain, 2019; – IV Mostra de Cinema Tela Indígena, Rio Grande do Sul, Brasil, 2019; – XXIII Mostra de Cinema de Tiradentes, Brasil, 2020; – VIII Festcine Curta Pinhais, Paraná, Brasil, 2020; – III Festival de Cinema de Santa Tereza (FECSTA), Espírito Santo, Brasil, 2020; – XIII Curta Taquary, Brasil, 2020; – Forumdoc on-line, Itaú Cultural, São Paulo, Brasil, 2020; – XIV Muestra de Cine y Video Indígena, Chile, 2020; – XIX Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, Brasil, 2020; – I FestCurtas Fundaj, Brasil, 2020; – IX Olhar de Cinema, Curitiba, Brasil, 2020; – XV Festival Taguatinga de Cinema, Brasil, 2020; – XXXI Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, Brasil, 2020; – IV Guarufantástico – Mostra de Curtas Fantásticos de Guarulhos, São Paulo, Brasil, 2020; – Olhares do Interior – Mostra Nacional de Cinema de Caratinga, Minas Gerais, Brasil, 2020; – XXII Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (FestCurtasBH), Brasil, 2020; – XV CineOP, Minas Gerais, Brasil, 2020; – IX Asinabka Film and Media Arts Festival, Ottawa, Canada, 2020; – CIndie Festival, Brasil, 2020; – V Cine Tamoio, São Gonçalo, Rio de Janeiro, Brasil, 2020; – XVI Cinefest Gato Preto, Lorena, São Paulo, Brasil, 2020; – IV Cine Baru, Minas Gerais, Brasil, 2020; – VI Festival Cine.Ema, Espírito Santo, Brasil, 2020; – Festival Curta Solar, Niterói, Brasil, 2020; – Fale de Cinema, Brasil, 2020; – I Mostra Cine Flecha, São Paulo, Brasil, 2020; – Mostra de Cinema Tikmu’un / Maxakali, São Paulo, Brasil, 2020; – Festival Ciranda Cirandinha de Filmes, Brasil, 2020; – XV Fest Aruanda, Paraíba, Brasil, 10 a 17/12 de 2020; – Festival de TV e Cinema de Muqui (FECIM), Espírito Santo, 2020; – VII MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira, Minas Gerais, 2020; – Festival Internacional de Mulheres no Cinema (FIM), São Paulo, Brasil, 2020; – Mostra Audiovisual ARTEPOP, Brasil, 30/10 a 08/11 de 2020; – IX Curta Brasília, Brasil, 17 a 21 de dezembro de 2020; – A Semana – Festival de Cinema, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, 2020; – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), Goiás, Brasil, 16 a 21 de novembro de 2020; – Morce-GO Vermelho Goiás Horror Film Festival, Brasil, 5 a 20 de dezembro de 2020; – I Festival de Cinema Latino-Americano El Caracol, Espírito Santo, Brasil, 2020; – Semana Paulistana do Curta-Metragem, São Paulo, Brasil, 2020; – V FICCA – Festival Internacional de Cinema do Caeté, Pará, Brasil, e Porto, Portugal, 8 a 10 de dezembro de 2020; – MArTe XP, Brasil, 20 a 22 de novembro de 2020; – XIV Muestra Cine y Video Indígena 2020 – Itinerancia México, 16 a 19 de novembro de 2020; – Projeto de Extensão UFS – Cine Vitória, Sergipe, Brasil, 2020; – IX Cinecipó, Minas Gerais, Brasil 30/11 a 28/12 de 2020; – XV Comunicurtas UEPB, Paraíba, Brasil, 30/11 a 03/12 de 2020; – VII PLATEAU – Festival Internacional de Cinema da Praia, Cabo Verde, 26 a 29 de novembro de 2020; – IV Festival de Cinema de Muriaé, Minas Gerais, Brasil, 18 a 22 de novembro de 2020; – V Mostra Itinerante Livre de Cinema – Estabelecendo Horizonte, Ceará, Brasil, 16 a 22 de dezembro de 2020; – Festival Diálogos de Cinema – Edição EXTRA!, Porto Alegre, Brasil, 18 a 22 de dezembro de 2020; – Cinemática – Imaginários Originários, Santa Catarina, Brasil, dezembro de 2020. Premiação – Melhor Animação no I FestCurtas FundajBrazil, 2020; – Menção Honrosa do troféu “O Kaiser” de Melhor Animação, da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), no XXXI Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – Kinoforum, Brasil, 2020; – Menção Honrosa do Prêmio Especial do Júri na IV Mostra Guarufantástico, São Paulo, Brasil, 2020; – Prêmio Acari Passos de Melhor Obra Audiovisual de Curta-metragem, no XXI Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA 2020), Goiás, Brasil; – Grande Prêmio Egídio Sales Filho de Curta-metragem, concedido pela Escola Superior Artística do Porto (ESAP), no V FICCA – Festival Internacional de Cinema do Caeté, Pará, Brasil, e Porto, Portugal, 2020; – Melhor Filme – Júri Popular, Troféu Curta Brasília de Melhor Filme Nacional no IX Festival Internacional de Curta-metragem de Brasília, 2020; – Menção Honrosa do Prêmio Cine França Brasil, oferecido pela Embaixada da França, no IX Festival Internacional de Curta-metragem de Brasília, 2020.

Shawara Maxakali é indígena da Aldeia Verde Maxakali em Ladainha, Minas Gerais. Desenhista. Diretora estreante. Membro da produtora Pajé Filmes. 

Charles Bicalho é graduado em Superior de Tecnologia em Design Gráfico no Instituto de Arte e Projeto (INAP) em Belo Horizonte. Graduação em Letras na UFMG. Especialização em Pós-Produção para Cinema, TV e Novas Mídias no Centro Universitário UNA-BH. Master of Arts em Estudos Literários na University of New Mexico, EUA. Doutorado em Estudos Literários na UFMG. Diretor, produtor, roteirista. Diretor dos curtas: Caligrafilmes (2008); Making of Dicionário (2012); Pirapora (2012); Konãgxeka: O Dilúvio Maxakali (2016). Membro fundador da produtora Pajé Filmes.

Ficha técnica 

Direção: Shawara Maxakali e Charles Bicalho

Dir. de arte: Charles Bicalho, Jackson Abacatu, Comunidade Maxakali de Aldeia Verde

Dir. de fotografia: Jackson Abacatu

Som: Guilherme Bahia

Montagem: Charles Bicalho, Jackson Abacatu, Marcos Henrique Coelho 

Produção: Charles Bicalho, Cláudia Alves, Marcos Henrique Coelho

Trilha sonora: Cantos tradicionais do povo Maxakali

Pós produção: Charles Bicalho, Jackson Abacatu, Guilherme Bahia

Elenco: Alexandre Maxakali, Ariston Maxakali, Cassiano Maxakali, Eliana MaxakaliErismar Maxakali, Evaldo Maxakali, Gerente Maxakali, Mamei Maxakali, Marcinho Maxakali, Marco Maxakali, Paulinho MaxakaliShawara Maxakali

País de Origem: Brasil

Duração: 14 min.

Gênero: Animação / Drama

Ano de Produção: 2019

Classificação Indicativa: livre

 

“Modelo Morto, modelo vivo”- Manuela, uma mulher trans, ao frequentar uma oficina de desenho de modelo vivo, desperta para sua própria beleza e potência.

O filme participou: Festivais 8° FESTCINE – FESTIVAL DE CINEMA – CURTA PINHAIS 3º FESTIVAL DE CINEMA DE JARAGUÁ DO SUL THE LIFT – OFF SESSIONS 2º FESTIVAL AUDIOVISUAL CINE O YUKA LBTIQ 3º FECSTA FESTIVAL DE CINEMA DE SANTA TERESA – ES 3º TRANSFORMA FESTIVAL DE CINEMA DA DIVERSIDADE DE SANTA CATARINA 3º FEST CINE PEDRA AZUL 7º MODIVE-SE MOSTRA DA DIVERSIDADE SEXUAL DE CAMPINAS 1ºFIC RIO – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS GEELONG INTERNATIONAL FILM FESTIVAL – GIFF_2020 DIVERSO CINEMA FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE LGBT DA COLÔMBIA 2020 UNOFEX – UNION OF EXCELLENCE SWEDEN FILM AWARDS 5º FESTIVAL CINE TAMOIO XVI CINEFEST GATO PRETO KINÉ MUESTRA INTERNACIONAL – MÉXICO 2º IMPRÓPRIA GENDER EQUALITY FILM FESTIVAL – PORTUGAL 1º CARMEL INTERNATIOL SHORT FILM FESTIVAL – ISRAEL IºFESTIVOU LIVE DO AUDIOVISUAL INDEPENDENTE BRASILEIRO 28° FESTIVAL MIXBRASIL 16 º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE LESBIGAYTRANS – PARAGUAI 3° FESTIVAL DE CINEMA DE CARPINA V DIGO Festival Internacional De Cinema The 12th INTERNATIONAL QUEER FILM FESTIVAL MERLINKA ART200 International Queer Film Festival ROMENIA 2ª Edição do Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual Omovies – International LGBT+ Questioning Film Festival – Itália Festival de Cinema Alter do Chão 2020 Semana Paulistana de Curta Metragem 2020 Reelout Queer Film + Video Festival 2020 FIC TEQUILA – MÉXICO – 2020 PRÊMIOS Prêmio de melhor roteiro na Sétima Mostra de diversidade sexual, Modive-se. Prêmio de Menção Honrosa no 3 Festival de cinema de Santa Teresa – FECSTA 2020 Prêmio de melhor filme LGBT no Sweden FILM AWARDS em julho Prêmio melhor filme DIGO – mostra Suzy Capó Prêmio melhor atuação – Leona Jhovs – DIGO – mostra Suzy Capó

Leona Jhovs, nasceu em São Paulo, em 1987. Mulher Trans, atriz, e ativista dos direitos LGBTQI. Tem uma grande carreira no teatro em São Paulo e no cinema começou em 2015 quando ganhou o prêmio de melhor atriz no Filmworks Festival. “Modelo Morto, Modelo vivo” é seu primeiro filme como diretora.

Iuri Bermudes, nasceu em São Paulo, graduado em Audiovisual, com especialização em cinema. Dirigiu seu primeiro curta metragem, “Lucia voltou a fumar” em 2017, que passou por diversos festivais no Brasil e no exterior.

Ficha técnica 

Direção: Iuri Bermudes e Leona Jhovs

Dir. de arte: Fernanda Volkman e Renata Weinberger

Dir. de fotografia: Sladka Jeronimo

Som: Diana Rognole 

Montagem: Sladka Jeronimo

Produção: Miguel Pixies e Iuri Bermudes

Trilha sonora: Rodrigo Zanettini

Pós produção: Alice Drummond

Elenco: Leona Jhovs, Rodrigo Sances, Cris Lozano, Aline Baba, Marcelo Rocha, Adriel GoesThaissa Pfaff, Renata Weinberger

País de Origem: Brasil;

Duração: 25 min.

Gênero: Drama / Romance

Ano de Produção: 2020

Classificação Indicativa: 16 anos

“Homens Invisíveis”- A situação da população transgênera masculina no cárcere, a partir dos problemas de saúde acarretados pelo binarismo de gênero que embasa o sistema penal. Homens trans são aquelas pessoas que nasceram designadas mulher, mas que ao longo de sua vida passaram a se identificar como homem.

 

Ficha técnica 

Direção: Luís Carlos de Alencar

Dir. de fotografia: Paula Monte

Som: Gustavo Ruggeri

Montagem: Calí dos Anjos

Produção: Andiara Ramos

Trilha sonora: Malka

Pós produção: Couro de Rato

País de Origem: Brasil

Duração: 26 min

Gênero: Documentário

Ano de Produção: 2019

Classificação Indicativa: 07 anos

“Supremacia da fumaça” – O filme reflete sobre como a mineração e produção de aço impactam o meio ambiente de forma avassaladora. Uma distopia que alerta sobre o futuro da cidade, sem o controle necessário da emissão de poluentes no ar, mar e terra.

Ficha Técnica:

Direção: Marcelo Mendes Gomes

Direção de Arte: André Ramos

Dir. de fotografia: Marcelo Mendes Gomes

Montagem: Caio Rocha

Produção: Caio Rocha

Elenco: Luísa Costa

País de Origem: Brasil

Duração: 10 min.

Gênero: Drama / Ficção

 Ano de Produção: 2019

Classificação Indicativa: 10 anos

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