Força-tarefa prende integrantes de quadrilha especializada em roubos a carros-fortes
As investigações tiveram início após um ataque em setembro deste ano na rodovia Cândido Portinari e o assalto terminou com um sargento da PM e um caminhoneiro mortos; a DIG de Araraquara participou da operação
Foto: Divulgação/Polícia Civil
Uma grande operação entre o Ministério Público (Gaeco), Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Federal foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (16), em 17 cidades do estado de São Paulo. O objetivo da segunda fase da Operação Carcará é desarticular organizações criminosas, especializadas em ataques a carros-fortes e empresas de transporte de valores. A ação mobilizou cerca de 400 agentes de segurança em: Ribeirão Preto, Franca, Serra Azul, Santo André, São Caetano do Sul, Taboão da Serra, Guarulhos, São José dos Campos, Jacarei, Mogi-Mirim, Mogi-Guaçu, Atibaia, Cosmópolis, Santa Barbara d'Oeste, Americana e São Paulo. O aparato contou ainda com o apoio de 102 viaturas e os helicópteros Águia e Pelicano das polícias Militar e Civil.
LEIA MAIS:
Semana começa com mais de 30 vagas de emprego no PAT em Araraquara
Caravana da Coca-Cola vai passar pela segunda vez em Araraquara; veja ruas e bairros
Bandido rende funcionária e rouba todo dinheiro do caixa em farmácia no Jardim Adalberto Roxo
Foram cumpridos 15 mandados de prisão temporária, 48 de busca e apreensão e ao todo dez pessoas foram presas, 8 veículos, 4 armas e mais de R$ 1 milhão apreendidos com os suspeitos. Um dos investigados resistiu, atirou contra os policiais e foi morto durante confronto. As investigações revelaram uma rede criminosa altamente estruturada, coordenada por diferentes células, o que dificulta a identificação e a desarticulação completa da organização. O foco também inclui o bloqueio financeiro da quadrilha e teve apreensão de bens, sequestro de ativos e recuperação de recursos ilícitos, visando enfraquecer economicamente o grupo. A operação é conduzida pelo DEIC (Divisão Especializada de Investigações Criminais), com apoio da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca e Araraquara. O Grupo de Repressão a Roubos de Cargas e Caminhões da Polícia Federal e do Gaeco de Franca também participaram das ações. ORIGEM DA INVESTIGAÇÃO: A força-tarefa começou após crimes violentos que aconteceram em Ribeirão Preto, como o ataque a um carro-forte no dia 9 de setembro, na Rodovia Cândido Portinari (SP-334). Na ocasião, os criminosos utilizaram fuzis, veículos blindados e explosivos para interceptar o transporte de valores.
Apesar da ofensiva o numerário acabou queimado durante a explosão, frustrando o roubo e durante a fuga, houve confronto armado com a polícia, deixando vários feridos. Um policial militar e um caminhoneiro acabaram morrendo. FASES ANTERIORES:
A operação é uma forma de honrar sua memória e intensificar a luta contra essas organizações violentas.
LEIA MAIS:
Semana começa com mais de 30 vagas de emprego no PAT em Araraquara
Caravana da Coca-Cola vai passar pela segunda vez em Araraquara; veja ruas e bairros
Bandido rende funcionária e rouba todo dinheiro do caixa em farmácia no Jardim Adalberto Roxo
Foram cumpridos 15 mandados de prisão temporária, 48 de busca e apreensão e ao todo dez pessoas foram presas, 8 veículos, 4 armas e mais de R$ 1 milhão apreendidos com os suspeitos. Um dos investigados resistiu, atirou contra os policiais e foi morto durante confronto. As investigações revelaram uma rede criminosa altamente estruturada, coordenada por diferentes células, o que dificulta a identificação e a desarticulação completa da organização. O foco também inclui o bloqueio financeiro da quadrilha e teve apreensão de bens, sequestro de ativos e recuperação de recursos ilícitos, visando enfraquecer economicamente o grupo. A operação é conduzida pelo DEIC (Divisão Especializada de Investigações Criminais), com apoio da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca e Araraquara. O Grupo de Repressão a Roubos de Cargas e Caminhões da Polícia Federal e do Gaeco de Franca também participaram das ações. ORIGEM DA INVESTIGAÇÃO: A força-tarefa começou após crimes violentos que aconteceram em Ribeirão Preto, como o ataque a um carro-forte no dia 9 de setembro, na Rodovia Cândido Portinari (SP-334). Na ocasião, os criminosos utilizaram fuzis, veículos blindados e explosivos para interceptar o transporte de valores.
Apesar da ofensiva o numerário acabou queimado durante a explosão, frustrando o roubo e durante a fuga, houve confronto armado com a polícia, deixando vários feridos. Um policial militar e um caminhoneiro acabaram morrendo. FASES ANTERIORES:
- Primeira fase ocorreu dia 4 de outubro e a ação se concentrou em Paraisópolis e Praia Grande no litoral de São Paulo, resultando na morte de um investigado que reagiu a tiros contra os policiais. Foram apreendidos armamentos pesados, drogas e documentos falsos, além da prisão de um foragido da Justiça envolvido em homicídios contra PMs.
- Já no dia 24 outro integrante da quadrilha foi capturado em São Paulo, com fuzis, munições, drogas e equipamentos usados nos ataques.
A operação é uma forma de honrar sua memória e intensificar a luta contra essas organizações violentas.