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Gás de cozinha poderá custar menos de R$ 100; entenda

Expectativa é que o preço médio fique abaixo dos R$ 100 pela primeira vez desde outubro de 2021

-|· 2 min de leitura
Gás de cozinha poderá custar menos de R$ 100; entenda
O botijão de gás pode ficar com preço abaixo de R$ 100 após o anúncio na mudança da política de preços da Petrobras. O anúncio foi feito nesta terça-feira (16) pela empresa. A expectativa é que além do GLP de 13 kg, a gasolina A e o diesel também tenham queda. 

Segundo ele, a gasolina A deve ter queda de R$ 0,40 por litro (-12,6%). Já no caso do Diesel, a diminuição deverá ser de R$ 0,44 por litro (-12,8%). Enquanto isso, o GLP de 13 kg (gás de cozinha) cairá R$ 8,97 (-21,3%). 

Sobre o botijão de gás, o presidente da Petrobras salientou que estará com preço médio esperado abaixo da marca de R$ 100. "Pela primeira vez desde outubro de 2021 nós teremos o botijão de gás com preço médio esperado a R$ 99,87, R$ 0,13 abaixo dos R$ 100", enfatizou Prates. 

A nova política de preços da Petrobras

A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou, na última segunda-feira (15), sua estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina. A nova política encerra a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação.

A partir de agora, as referências de mercado serão o custo alternativo do cliente como prioridade e o valor marginal para a Petrobras.

Segundo a empresa, o custo alternativo do cliente contempla alternativas de suprimento por fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o custo marginal da Petrobras se baseia no custo das diversas alternativas para a empresa, entre elas a produção, importação e exportação do produto.

As premissas, segundo nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação "ótima" da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.

“Nosso modelo vai considerar a participação da Petrobras e o preço competitivo em cada mercado e região, a otimização dos nossos ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável”, afirmou o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, segundo nota divulgada pela empresa.

Os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros, segundo informa a nota.

“A precificação competitiva mantém também um patamar de preço que garante a realização de investimentos previstos no Planejamento Estratégico. A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com a sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado, ao passo que entrega aos seus clientes maior previsibilidade por meio da contenção de picos súbitos de volatilidade”, diz a nota.

As decisões sobre os preços continuam sendo subordinadas ao Grupo Executivo de Mercado e Preço, composto pelo presidente da empresa, Jean Paul Prates, pelo diretor executivo de Logística, Comercialização e Mercados e pelo diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores. 

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