Acolhimento e saúde mental
Centro de Referência Afro de Araraquara oferece atendimento psicológico gratuito; veja como participar
Há também atendimentos psicológicos para vítimas de injúria racial, discriminação e racismo

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O Centro de Referência Afro "Mestre Jorge", iniciou mais uma etapa do Ciclo da Terapia de Resultados Breves, em uma parceria que conta com o apoio voluntário de psicólogos profissionais. O atendimento será gratuito, individual e personalizado. Serão realizados na modalidade remoto ou presencial.
O objetivo é que “as pessoas expostas às angústias provocadas por diversos fatores cotidianos possam, de alguma forma, ter a dor amenizada através da contribuição dos profissionais e esse sofrimento possa ser reparado”. As sessões de terapia são gratuitas e abertas para todas as pessoas acima de 16 anos.
As pessoas interessadas em participar podem entrar em contato pelo WhatsApp 16 99626 9466 e pelo telefone 16 3322 8316. O Centro de Referência Afro "Mestre Jorge" fica na Avenida Mauá, 377, Centro.

"Muitas vezes, por um processo cultural, elas não veem a necessidade de buscar ajuda especializada, e são desestimuladas pela própria família, por isso facilitamos o acesso, incentivando a todos que participem, em especial pela qualidade e comprometimento dos profissionais que aqui estão", explicou a coordenadora executiva de Políticas Étnico-Raciais, Alessandra Laurindo.
Os profissionais envolvidos são:
-Carlos Renan Velloso de Andrade, com formação em psicologia pela Universidade Paulista UNIP Araraquara, especialista em gestão de pessoas, trabalha como psicólogo clínico e atua com intervenções breves, plantão psicológico, práticas sociais e orientação profissional;
-Luís Augusto Maino, formado em psicólogo pela Universidade Paulista UNIP Araraquara, trabalha como psicólogo clínico na abordagem comportamental e atua com intervenções breves, plantão psicológico e práticas sociais.
Outro serviço já oferecido no espaço é o atendimento psicológico para vítimas de injúria racial, discriminação e racismo, com a profissional Natália Ulisses, que atende todos os dias na unidade as vítimas que passam pelo programa SOS Racismo.
Foto/Capa
Imagem de Freepik
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