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Investigação

Quadrilha presa em megaoperação é suspeita de integrar organização criminosa em Araraquara

O bando sequestrou um casal e exigiu que fizessem o resgate de R$ 50 mil que pertencia a eles

Flávio Fernandes|· 2 min de leitura
Quadrilha presa em megaoperação é suspeita de integrar organização criminosa em Araraquara
Foto: Flavio Fernandes/Araraquara Agora
 

 

Os quatro homens de 32, 27, 24, presos na megaoperação realizada pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) na manhã desta terça-feira (11), são suspeitos de integrar uma organização criminosa, em Araraquara. A operação foi batizada como Anti-Sequestro resultando no cumprimento de quatro mandados de prisão e onze de busca e apreensão nos bairros do Jardim Paraíso, Centro, Parque São Paulo, Vila Xavier, Condomínio Flamboyant, Residencial Amabili e Parque Atlantis visando esclarecer o sequestro de um casal que aconteceu em janeiro deste ano.  

Em entrevista ao araraquara agora o delegado da DIG Renato Candido Soares, explicou que a operação é um desdobramento da investigação sobre as vítimas que foram sequestradas na saída de um shopping no Jardim dos Manacás. Na ocasião o casal foi obrigado a transferir aproximadamente R$ 50 mil para serem libertadas pelos criminosos.

 

“Assim que o caso foi noticiado, passamos a realizar diligências que duraram mais de 24 horas até a liberação do casal. Após uma extensa investigação, utilizando diversos recursos, conseguimos identificar os autores e seus endereços. Hoje, cumprimos os mandados com apoio do GOE (Grupo de Operações Especiais) de Ribeirão Preto, além das delegacias da nossa cidade e região. Obtivemos êxito na prisão dos quatro integrantes do grupo criminoso. Durante a ação, também encontramos drogas e armas, o que resultou em flagrante”, explicou o delegado.

 

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Durante depoimento na delegacia, os suspeitos optaram por não se manifestarem sobre as acusações. Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi o enriquecimento incompatível dos suspeitos, indicando possível envolvimento em outros crimes, como o tráfico de drogas.

 

“Eles também possuem ligação com o tráfico. Trata-se de uma organização criminosa envolvida em diversos crimes, entre eles o tráfico de drogas”, afirmou Renato Candido Soares.

 

As investigações contaram com imagens de câmeras de monitoramento, levantamento de placas de veículos e reconhecimento dos suspeitos.

 

“Podemos adiantar que houve reconhecimentos e diligências que nos permitiram identificar veículos usados no crime. A vítima precisou sacar dinheiro antes de ser libertada, e conseguimos imagens desse momento, dos automóveis e dos suspeitos nas agências bancárias”, completou o delegado.

 

Mesmo com a prisão temporária dos suspeitos, a DIG segue com as investigações e a megaoperação contou com apoio do GOE (Grupo de Operações Especiais) de Ribeirão Preto, além de toda Polícia Civil da sub-região. 

ASSISTA A ENTREVISTA COMPLETA:

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