Combate ao Crime Em Alta
Tenente-Coronel Junqueira completa 1 ano no comando e celebra quedas nos crimes e recorde em apreensões no 3º Bprv em Araraquara
O comandante destacou a redução de vítimas fatais, aumento expressivo nas apreensões de drogas, armas de fogo e reforço do combate ao crime organizado bandeira que levantou ao assumir o posto

O 3º Batalhão de Polícia Militar Rodoviária está em festa e completa um ano nesta sexta-feira (10), sob o comando do Tenente-Coronel Luiz Eduardo Ulian Junqueira, em Araraquara. A data marca também um balanço robusto das ações operacionais, com números que apontam para avanços significativos no combate ao crime e na segurança viária.
Desde que assumiu o comando, Junqueira prometeu combater o crime organizado com rigor e um ano depois, os dados confirmam a estratégia. Em sua fala durante entrevista ao repórter Flavio Fernandes sobre a prestação de contas, o comandante destacou que a apreensão de cocaína cresceu quase 20% no período, alcançando números expressivos.
“Somente de cocaína foram mais de 16 toneladas retiradas de circulação ao longo da última década, com prejuízo estimado em mais de R$ 1,2 bilhão ao crime organizado”, ressaltou.

Além disso, houve aumento de mais de 40% nas apreensões de armas de fogo, passando de 28 para 40 unidades em um ano. Os testes etílicos realizados subiram de 287 mil para 372 mil — um crescimento de quase 30% — ampliando a fiscalização nas principais rodovias do interior paulista. Essas operações resultaram em mais de 500 prisões em flagrante no período.
O impacto prático dessas ações foi uma redução de quase 30% nas vítimas fatais nas rodovias que integram a área do 3º BPRv que abrange regiões estratégicas como Ribeirão Preto, Araraquara, São Carlos, Barretos, Piracicaba e São José do Rio Preto.
“Além de prender, nosso objetivo é salvar vidas por isso intensificamos as ações durante grandes eventos, como a Festa do Peão de Barretos, Piracicaba, Agrishow e Fenasuco, retirando de circulação motoristas alcoolizados e prevenindo acidentes graves e fatais”, explicou.

Quando assumiu oficialmente o comando do 3º BPRv, em outubro do ano passado, Junqueira foi categórico: sua missão seria “enfrentar o crime organizado e aumentar a presença do batalhão nas rodovias”. Naquele momento, ele destacou que as operações seriam fortalecidas com inteligência, tecnologia e integração com outras forças de segurança.
Um ano depois, esse planejamento se materializou e a unidade reabriu cinco bases operacionais, ampliou projetos como o “Logística Segura” (fases 1 e 2) e o “Amigos no Trecho”, e consolidou a presença dos Vigilantes Rodoviários, iniciativa que reforça a ostensividade e a resposta rápida em casos de crimes de carga, tráfico e embriaguez ao volante.

Ainda durante a entrevista Junqueira, falou com emoção sobre os resultados.
“Hoje é um dia de prestação de contas esses números não são por acaso. São fruto do esforço individual de cada homem e mulher que serve neste batalhão. Estamos retirando de circulação pessoas perigosas e salvando vidas nas rodovias. É uma honra estar à frente de uma tropa que entrega tanto à sociedade.”
O comandante também ressaltou o peso estratégico das operações contra o tráfico.
“A cocaína apreendida representa o maior prejuízo ao crime organizado. Cada quilo apreendido custa R$ 75 mil no mercado internacional. E só neste último ano, tivemos um aumento expressivo, com quase 9 toneladas de entorpecentes apreendidos, somando cocaína e outras drogas.”
Os números apresentados consolidam o primeiro ano de gestão de Junqueira à frente do 3º BPRv como um ciclo de fortalecimento operacional, ampliação de presença nas estradas e impacto direto no crime organizado. A meta para o próximo ano, segundo o comandante, é manter e ampliar os índices, sempre com foco na redução de mortes no trânsito e no enfraquecimento das estruturas criminosas que atuam nas rodovias.
“É um trabalho contínuo que exige estratégia, coragem e comprometimento e esse batalhão tem tudo isso de sobra agradeço a todos os policiais que trabalham diurtunamente no combate ao crime”, finalizou o Tenente-Coronel Junqueira.
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