Pular para o conteúdo
Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Araraquara Agora
Publicidade

Se aconteceu AGORA, é notícia aqui!

PublicidadeGrupo de WhatsApp do portal
Publicidade
MRV — Residencial Flora (2)
Publicidade

Mercado imobiliário

Região têm queda nas vendas e leve crescimento nas locações de imóveis

Levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CreciSP) os detalha volume de negociações do mercado

Rian Fernandes|· 2 min de leitura
Região têm queda nas vendas e leve crescimento nas locações de imóveis
Foto: Tetê Viviani/Câmara de Araraquara

Um levantamento divulgado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CreciSP) aponta uma forte queda nas vendas de imóveis residenciais em São Carlos e região no mês de novembro de 2025. Em comparação com outubro, o volume de negociações de casas e apartamentos recuou 51,36%, enquanto o mercado de locação apresentou leve crescimento de 2,11% no número de novos contratos assinados.

O estudo ouviu 72 imobiliárias de 15 municípios da região, entre eles Araraquara, São Carlos, Matão, Américo Brasiliense, Boa Esperança do Sul, Descalvado, Porto Ferreira, Rincão e Casa Branca, além de outras cidades do entorno.

Os dados revelam um cenário de retração expressiva no mercado de compra e venda, contrastando com a manutenção da demanda por imóveis para aluguel. Em novembro, a maioria das transações de venda envolveu apartamentos, que representaram 63% dos negócios, enquanto as casas corresponderam a 37%.

Vendas de imóveis

Os imóveis vendidos concentraram-se principalmente na faixa de preço entre R$ 200 mil e R$ 300 mil. As casas comercializadas eram, em sua maioria, de três dormitórios, com área útil entre 50 m² e 100 m². Já os apartamentos vendidos tinham, predominantemente, dois dormitórios e até 50 m² de área útil.

A localização também foi um fator relevante: 66,7% dos imóveis negociados estavam situados em bairros periféricos, 30% em regiões centrais e apenas 3,3% em áreas consideradas nobres. Em relação à forma de pagamento, o financiamento habitacional foi amplamente dominante, com a Caixa Econômica Federal responsável por 89,7% das operações. Outros bancos responderam por 6,9%, enquanto 3,4% dos negócios foram fechados à vista. Não houve registros de vendas por consórcio ou financiamento direto com o proprietário no período analisado.

No mercado de locação, as casas lideraram a preferência dos inquilinos, representando 67% dos novos contratos, contra 33% de apartamentos. A maior parte da demanda foi por imóveis de dois dormitórios, com valores mensais entre R$ 1.000 e R$ 1.500.

Casas alugadas

Entre as casas alugadas, predominam imóveis com área útil que varia de 50 m² a 200 m². Já os apartamentos mais procurados possuem dois dormitórios e área entre 50 m² e 100 m². A principal modalidade de garantia utilizada nos contratos foi o fiador.

Quanto à localização, 51% dos imóveis alugados estavam na periferia, 28% em regiões centrais e 21% em bairros nobres. Apesar da relativa estabilidade no volume mensal de contratos, o acumulado de 2025 aponta um crescimento expressivo de mais de 213% nas locações, indicando que o aluguel vem se consolidando como alternativa para famílias que enfrentam dificuldades para adquirir um imóvel próprio.

Entre os inquilinos que encerraram contratos de locação no período, 78,9% não informaram o motivo da mudança. Outros 21,1% optaram por imóveis com aluguel mais barato, enquanto não houve registro de migração para contratos mais caros.

CompartilheWhatsAppFacebookXTelegramE-mail

Leia também

Comentários

O comentário passa por aprovação antes de aparecer. Guardamos apenas o nome e o texto que você escrever.

Publicidade
MRV — Residencial Flora