16/04/2021 às 15h41min - Atualizada em 18/04/2021 às 00h00min

Entidades pedem apoio do judiciário para que o setor de comércio e serviços volte a funcionar

Segmento já sofreu prejuízo de R$ 8,8 bilhões

SALA DA NOTÍCIA CDL/BH - Assessoria de Imprensa
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Divulgação TJMG


O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva, se reuniu na tarde de ontem, quinta-feira, dia 15, com o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Gilson Soares Lemes.  Na ocasião, foi entregue ao presidente do TJMG documento assinado por quatro entidades representativas de segmentos da economia do Estado – CDL/BH, Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG).

No documento, as entidades solicitam apoio para que o setor de comércio e serviços possa voltar a funcionar. De acordo com as entidades, somente no último mês o setor sofreu um prejuízo de R$ 8,8 bilhões e cerca de 203 mil empresas foram obrigadas a fechar suas portas definitivamente. Outro dado alarmante é que 32% das empresas tiveram que demitir funcionários para sobreviver.

As entidades reforçaram também que “não há qualquer relação entre o avanço da pandemia e aumento das contaminações com a permissão ou restrição ao funcionamento do comércio em qualquer uma das regiões do nosso estado, inclusive a capital, que vem adotando o fechamento desde o início da pandemia. O que está constatado é o aumento após feriados, períodos festivos, realização de viagens e aglomerações de pessoas em festas e eventos clandestinos”.

Além da autorização para que o setor de comércio e serviços volte a funcionar, as entidades também ressaltaram a importância da realização de campanhas de conscientização e o reforço da fiscalização para que se possa evitar as aglomerações já citadas e que não têm relação com o funcionamento das atividades comerciais, bem como a punição dos envolvidos.
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