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Dia Mundial de Combate à Tuberculose: entenda a importância da prevenção

Especialista comenta sobre os principais sintomas da doença

-|· 2 min de leitura
Dia Mundial de Combate à Tuberculose: entenda a importância da prevenção
Ilustração/ Freepik



Instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1982, o Dia Mundial de Combate à Tuberculose foi criado em homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da doença, ocorrido em 24 de março de 1882, pelo médico Robert Koch.

 

O pneumologista Dr. Flávio Arbex explica que a tuberculose é uma condição infectocontagiosa que possui formas de prevenção, além de altas chances de cura, desde que seja corretamente diagnosticada e que receba o tratamento adequado.


 

“Embora seja responsável por afetar principalmente os pulmões, a tuberculose também pode acometer ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Uma das formas de prevenção é a vacina BCG. Obrigatório para menores de um ano, este imunizante protege contra as formas mais graves da doença pelo resto da vida. Nos casos em que houver infecção, o tratamento deve ser realizado por um período mínimo de seis meses, sem interrupção e sempre de acordo com as orientações médicas”, comenta Arbex.


Estimativas da OMS também informam que um terço da população mundial está infectada pelo Mycobacterium Tuberculosis e em risco de desenvolver a doença
Estimativas da OMS também informam que um terço da população mundial está infectada pelo Mycobacterium Tuberculosis e em risco de desenvolver a doença

Anualmente, 8,8 milhões de pessoas contraem a tuberculose, com 1,1 milhões de mortes. Assim, nas situações em que o problema não é diagnosticado e consequentemente não recebe o tratamento adequado, um paciente com tuberculose pulmonar pode infectar, em média, 10 a 15 pessoas por ano.

 

“O que reforça a importância em se atentar aos sintomas. Enquanto alguns pacientes não exibem nenhum indício da doença, outros apresentam sinais simples que podem ser confundidos com a gripe. Entre as manifestações costumam ocorrer tosse seca persistente ou secreção por mais de três semanas, cansaço excessivo e prostração, febre baixa, suor noturno, falta de apetite, perda de peso e rouquidão”, explica Dra. Flávio.



Diante desse cenário, é imprescindível que ao aparecimento de quaisquer sintomas que possam sinalizar a presença da doença, um médico especializado seja procurado a fim de realizar os exames necessários, tanto para receber um diagnóstico preciso, quanto para dar início a um tratamento adequado.

 

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