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Empresário Fabinho Cross foi morto por asfixia mecânica; dois suspeitos são presos em Araraquara
Três envolvidos ainda não foram localizados

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Colaboração: Flavio Fernandes.
Após 3 meses de investigações, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Araraquara chegou aos nomes de dois homens envolvidos no assassinato do empresário Fábio Cross. O crime ocorreu em setembro na casa noturna Almanque Bar & Club.
As prisões temporárias ocorrem nesta terça-feira (3), com a captura do segurança Danilo Henrique Rocha Valarini de 38 anos e o cliente da casa noturna Eduardo Carrascosa Franco Machado de 20 anos. Ambos foram ouvidos, encaminhados à Cadeia Pública de Santa Ernestina e estão à disposição da justiça.
Laudo indica morte por asfixia
As imagens captadas por câmeras de monitoramento foram fundamentais para identificar os envolvidos e comprovar as ações em torno do assassinato do empresário Fabinho Cross. Os vídeos passaram pelo sistema de inteligência da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Araraquara.
O trabalho foi difícil já que foi necessária a realização de duas apreensões para a polícia conseguir os HDs com as imagens o crime. “Foi possível ver a dinâmica do ocorrido, como foram as agressões que vitimaram o Fábio”, explicou o delegado da DIG, dr. Renato Cândido Soares, em entrevista ao repórter do Portal Araraquara Agora, Flavio Fernandes.
“Aguardamos a chegada dos laudos finais onde concluiu-se o estrangulamento da vítima. Uma morte por asfixia. Dessa forma foram pedidas as prisões preventivas”.
Três envolvidos já foram identificados, mas ainda não foram localizados. Veja a entrevista completa, AQUI.
Golpe conhecido como ‘guilhotina’
A advogada da família do empresário, Josimara Veiga Ruiz, reforçou que as imagens não deixam dúvidas sobre a ação criminosa e as agressões contra Fabinho Cross. “Tudo ficou bem claro, nas imagens, as ações dos acusados e de pessoas que poderiam fazer algo e não fizeram. Os laudos ainda comprovaram que o Fábio foi morto em decorrência da ação dos acusados e por meio de asfixia mecânica, de golpe conhecido como ‘guilhotina’”, disse ao repórter Flavio Fernandes. Veja a entrevista completa, AQUI.
“Esperamos que eles sejam julgados pelo Tribunal do Júri para que a sociedade decida a respeito do que eles fizeram com o Fábio, pois ele morreu nas mãos destas pessoas”, disse.
Família espera: ‘Que sejam punidos por homicídio’
“Queremos levar os acusados ao Tribunal do Juri pelo crime de homicídio”, desabafa emocionada a Fabi Virgílio (PT), prima de Fabinho Cross.
“O Fabinho era maravilhoso. Dominava o espaço com alegria. Não tinha tempo ruim. Ele tinha um coração de ouro”, disse em entrevista ao repórter Flavio Fernandes. Veja a fala completa, AQUI.
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