Combate a prática
Alienação parental: entenda como a prática afeta as crianças e como evitá-la
Advogado Guilherme Galhardo reforça a importância do combate a essa prática

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A alienação parental é uma realidade silenciosa que pode comprometer seriamente o equilíbrio emocional de crianças e adolescentes. O tema ganha destaque neste mês, pois dia 25 de abril, é lembrado como Dia Internacional de Conscientização sobre a Alienação Parental.
Mas, o que é a alienação parental?
O especialista em Direito de Família, Guilherme Galhardo explica que a alienação parental ocorre quando um dos responsáveis interfere negativamente na relação da criança com o outro genitor, seja por meio de difamações, restrições de contato ou manipulação emocional. Essa prática, muitas vezes silenciosa, gera consequências duradouras.
“Essa atitude pode gerar traumas profundos, como insegurança, ansiedade e dificuldades nos relacionamentos futuros. É essencial que pais e responsáveis compreendam os danos e busquem sempre priorizar o bem-estar dos filhos”, afirma o advogado.
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Como evitar a alienação parental?
Mesmo em meio a separações e conflitos conjugais, é possível proteger a criança da alienação parental. Para isso, Galhardo orienta que os pais mantenham uma comunicação equilibrada e respeitosa, mesmo após o fim da relação.
“Cumprir acordos judiciais, respeitar o tempo de convivência e colocar os interesses da criança acima das divergências pessoais são atitudes fundamentais. A alienação parental pode ser denunciada e, dependendo do caso, resultar em sanções legais”, adverte.
Além do respeito mútuo entre os pais, o apoio psicológico é uma ferramenta valiosa para prevenir ou enfrentar a alienação parental. Em casos mais graves, o acompanhamento jurídico se torna indispensável para garantir que os direitos da criança sejam preservados.
“A conscientização é o primeiro passo para proteger as crianças e garantir que elas tenham o direito de conviver de forma saudável com ambos os pais”, completa Galhardo.

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