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Homem acusado de participar de homicídio no Jardim Martinez se entrega á DIG
O armador se apresentou três meses após o primeiro homicídio do ano e um adolescente ainda segue foragido; o jovem Davi dos Santos Salviano foi agredido e esfaqueado no peito em uma briga na frente de um bar

Um armador, de 44 anos, apontado como um dos autores do primeiro homicídio do ano, se apresentou na DIG (Delegacia de Investigações Gerais), em Araraquara. O crime aconteceu em fevereiro na frente de um bar e Davi dos Santos Salviano de 28, foi agredido e esfaqueado, após uma briga no Jardim Martinez.
Durante depoimento o homem alegou que não tinha intenção de matar, apenas de “dar uma lição” na vítima com quem já havia tido desentendimentos anteriores. Ele contou que os dois ficaram aproximadamente 40 minutos conversando do lado de fora do estabelecimento que fica na Avenida Júlio Prestes de Albuquerque.
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Durante o diálogo cerca de 7 homens sairam do local e iniciaram as agressões com socos e chutes em Davi, quando um adolescente de 17 anos que está foragido se aproximou e desferiu golpes de faca nele. A USA (Unidade de Suporte Avançado) do Samu foi acionada, mas quando os socorristas chegaram o jovem já não havia resistido aos ferimentos.
As investigações da DIG, comandadas pelos delegados Renato Candido Soares e Francisco de Assis contaram com a ajuda de imagens de câmeras de segurança, além de oitivas de testemunhas que foram fundamentais para conseguir esclarecer o crime. Outros três suspeitos, já foram identificados e estariam envolvidos na dinâmica do crime.

O relatório da investigação detalha que a vítima já estava ajoelhada no chão, ferida e sem chances de defesa quando continuou sendo agredida pelo armador. A motivação exata do homicídio ainda está sob apuração, mas há indícios de que uma antiga desavença entre o grupo e a vítima tenha desencadeado a violência.
A apresentação do suspeito representa um avanço importante no inquérito, mas a DIG segue em diligências para localizar e apreender o adolescente foragido e concluir as investigações sobre os demais envolvidos. Os investigadores deram cumprimento ao mandado de prisão temporária, contra o armador que foi encaminhado para Cadeia Pública de Santa Ernestina, onde ficará preso temporariamente por 30 dias.
A Polícia Civil pede a quem souber informações do paradeiro do menor que denuncie através do 181 disque denúncia e 190 da Polícia Militar a sua identidade será preservada.
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