Importante
Mutirão promove testes de paternidade gratuitos em Araraquara; veja como participar
Ação pública 'Meu Pai Tem Nome' oferece reconhecimento, orientação jurídica e apoio à conciliação sem custo

No próximo dia 16 de agosto, Araraquara terá mutirão “Meu Pai Tem Nome”, promovido pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo como parte de uma mobilização nacional. O evento visa facilitar o reconhecimento gratuito de paternidade por meio de testes de DNA, orientação jurídica e apoio à conciliação entre as partes envolvidas.
A iniciativa ocorre das 9h às 13h, na sede local da Defensoria, situada na Rua São Bento, nº 1725, no Centro.
O agendamento para o mutirão já está disponível e vai até o dia 13 de agosto. As inscrições devem ser feitas exclusivamente via internet, através do site oficial da Defensoria Pública de São Paulo.
A participação não exige avaliação socioeconômica prévia: esse procedimento só é solicitado caso seja necessário ingressar com ação judicial posteriormente.
O mutirão oferece um atendimento completo, incluindo:
✔ Testes de DNA para comprovação da paternidade;
✔ Orientação jurídica especializada em direito de família;
✔ Mediação e conciliação extrajudicial, quando pertinente.
A Defensoria ressalta que o reconhecimento de paternidade é essencial para assegurar direitos fundamentais às crianças e adolescentes, tais como acesso à herança, benefícios previdenciários, além do direito à identidade e ao vínculo familiar.
- Rodrigo Viana lança a biografia de Sérgio Clérice, brasileiro que brilhou na elite do futebol italiano
- Acidente fatal: corpo de Duda Borelli será sepultado neste sábado (26) em Araraquara
- Multinacional abre mais de 80 vagas de emprego em Gavião Peixoto; saiba os cargos e requisitos
Apoio institucional
O mutirão conta com o apoio da Prefeitura de Araraquara, das Secretarias Estaduais da Justiça e Cidadania e da Saúde, além da Unesp e do Imesc (Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo).
Quem pode participar?
✔ Pessoas que desejam formalizar o reconhecimento voluntário de paternidade, com consentimento mútuo.
✔ Situações em que o suposto pai tem dúvidas sobre o laço biológico, necessitando de exame de DNA.
✔ Maiores de 18 anos que buscam ser reconhecidas oficialmente como filhas ou filhos.
Como funciona o dia do mutirão?
No mutirão, os participantes passam por uma triagem inicial, recebem orientação jurídica e, se houver acordo, o reconhecimento voluntário pode ser registrado imediatamente. Caso ainda existam dúvidas no momento, o exame de DNA será realizado. Desde que haja intermediação legal ou autorização judicial, a Defensoria pode entrar com uma ação de investigação de paternidade.
Não há cobrança de taxas durante o dia do evento. A avaliação socioeconômica só é exigida se for necessário dar seguimento a uma ação judicial após o mutirão.
Reconhecimento de paternidade: mais do que um nome no registro
O reconhecimento de paternidade vai além da formalidade legal. Trata-se de garantir direitos civis, previdenciários, afetivos e de identidade. O órgão responsável destaca a importância dessa iniciativa para as crianças e adolescentes, assegurando-lhes dignidade e laços familiares.
Vínculo afetivo e jurídico
Para além do vínculo biológico, resoluções nesse sentido podem contemplar laços afetivos, tais como os relacionados a pais de criação. A conciliação extrajudicial estimula o diálogo e reduz o impacto emocional e jurídico de uma eventual disputa.
Campus de apoio: Defensoria, Unesp e Imesc
A parceria com a Unesp e o Imesc viabiliza não apenas a realização técnica dos exames, mas também o suporte psicológico e jurídico necessário para um atendimento holístico.
Anote!
Mutirão “Meu Pai Tem Nome”:
✔ Data e horário: 16 de agosto, das 9h às 13h;
✔ Local: sede da Defensoria Pública, localizada na Rua São Bento, 1725, centro;
✔ Inscrições: até 13 de agosto, exclusivamente pelo site da Defensoria Pública de São Paulo;
✔ Custo: totalmente gratuito, sem avaliação socioeconômica obrigatória;
✔ Público-alvo: interessados no reconhecimento de paternidade, inclusive maiores de 18 anos; mães, pais e filhos envolvidos no processo.
Por que participar?
Ao ser reconhecida oficialmente, a criança ou adolescente pode acessar direitos como herança, pensão, benefícios previdenciários e atendimento pelo sistema público de saúde, além da preservação do vínculo familiar e afetivo.
Leia também
- Caso João Vitor

DNA descarta que corpo achado no Pará seja piloto de Araraquara
- Rumo à Série B

Ferroviária libera ingressos para jogo do acesso
- Agressão

Homem agride a própria mãe a pauladas e acaba em cana
- Gol relâmpago

Vitinho faz gol mais rápido do Brasileirão contra o Corinthians
- Caça nacional

Caça Gripen E montado no Brasil faz primeiro voo em Gavião Peixoto


