RETA FINAL | TRATAMENTO
Todos pela Jhóy: mãe faz novo apelo por ajuda na reta final do tratamento; 'falta pouco'
Após concluir os exames da primeira etapa, a família precisa arrecadar dinheiro para consultas, novos exames e vacina

A família de Jhóy Emanuelly iniciou uma nova campanha de arrecadação para custear a etapa final de uma longa investigação médica, que teve. A garotinha, que apresenta histórico de crises convulsivas desde os 8 meses de vida, passou por internações em UTI, exames de imagem e uma extensa bateria de exames laboratoriais. Agora, precisa retornar aos especialistas e concluir avaliações que ainda estão pendentes.
Segundo a mãe, Valdete Ribeiro, o quadro da filha está atualmente estável. A expectativa é que os próximos atendimentos permitam definir quais cuidados deverão ser mantidos e, se a evolução continuar favorável, encerrar parte do acompanhamento especializado.
“Graças a Deus, a Jhóy está estável”, afirma Valdete.
A mãe conta que a maior parte dos exames solicitados na primeira fase da investigação já foi realizada com recursos obtidos por meio de uma campanha anterior. O histórico clínico é confirmado em relatório assinado pelo Prof. Dr. Pérsio Roxo Junior, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. No documento, o médico relata que Jhóy apresenta crises convulsivas recorrentes e de difícil tratamento desde os 8 meses, ocorrendo, segundo os pais, principalmente durante episódios de febre.
O relatório também informa que, após entrar na creche, aos 3 anos, a menina passou a apresentar infecções respiratórias de repetição, entre elas otites, amigdalites, sinusites e pneumonias, acompanhadas de febre e crises convulsivas. O documento registra ainda hospitalizações em UTI e informa que, naquele momento, a criança estava em investigação para possível imunodeficiência.
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Exames já realizados por Jhóy
De acordo com Val, uma parte importante da investigação conseguiu ser concluída. Jhóy realizou exame auditivo, ultrassom abdominal, tomografia de tórax e ressonância magnética de crânio. A ressonância, segundo a mãe, custou mais de R$ 2 mil e foi um dos procedimentos de maior valor financiados com a ajuda recebida.
“A ressonância de crânio, que era o exame mais caro, que estava mais de R$ 2 mil, foi feita também”, relata.
Valdete afirma ainda que a tomografia do tórax foi solicitada para investigar possíveis consequências dos episódios respiratórios enfrentados pela filha e que o resultado trouxe alívio à família.
Segundo a mãe, também foram realizados mais de 150 exames laboratoriais. Ela relata que, durante a consulta, recebeu a informação de que os resultados estavam dentro da normalidade. Para Val, cada resultado favorável representa uma conquista depois de anos marcados por crises e internações.
“Eu saí de lá e a primeira coisa que fiz, quando pisei para fora e vi a luz do dia, foi erguer a mão para o céu e falar: ‘Obrigado, Senhor, pela sua graça’”, conta.

O que ainda falta no tratamento?
Apesar dos avanços, a família afirma que Jhóy ainda precisa retornar ao imunologista e à neurologista, além de realizar exames respiratórios. A consulta com o imunologista Pérsio Roxo Junior custa R$ 1.800. Valdete diz que o retorno é necessário para que o médico examine presencialmente a filha e defina a retirada gradual de medicamentos sob acompanhamento.
De acordo com o relato da mãe, o especialista explicou que uma orientação dessa natureza não deveria ser feita apenas por mensagens, devido às particularidades do quadro da criança.
“Eu preciso muito, muito ir nesse retorno”, diz Valdete.
A família também pretende retornar à neurologista Mariana Teixeira. A consulta custa R$ 750 e, segundo Valdete, servirá para avaliar exames recentes e definir os próximos passos do acompanhamento neurológico.
Além disso, permanecem pendentes, três avaliações da parte respiratória, estimadas em aproximadamente R$ 680 no total.
Família também busca recursos para vacina
Outra despesa apresentada pela família é uma vacina acelular específica, orçada em R$ 480 na rede privada. Valdete afirma que conseguiu anteriormente acesso pela rede pública a outras vacinas especiais mediante documentação médica, mas que a dose agora indicada à filha teria de ser adquirida de forma particular.
Segundo a mãe, a preocupação está relacionada principalmente à ocorrência de febre, já que esse sintoma esteve associado historicamente às crises convulsivas da menina.
A família considera a vacinação mais uma etapa importante para manter Jhoy protegida sem aumentar o risco de novos episódios febris.
Quanto a família precisa arrecadar?
Os valores apresentados pela família para esta etapa são:
💙 R$ 1.800 — consulta com o imunologista;
💙 R$ 750 — consulta com a neurologista;
💙 cerca de R$ 680 — três exames respiratórios;
💙 R$ 480 — vacina acelular específica;
💙 valor ainda não definido — transporte e despesas de viagem.
As duas consultas e os exames somam R$ 3.230. Considerando também os R$ 480 para a vacina, as despesas listadas chegam a aproximadamente R$ 3.710, sem contar os custos de deslocamento. Valdete considera essa fase uma espécie de reta final da mobilização.
“Se eu conseguir concluir essa etapa, eu vou poder dizer que a missão está cumprida e que, daqui para frente, eu só vou precisar manter a neurologista”, afirma.
Vale lembrar que além das consultas e dos exames, há despesas contínuas com medicamentos. Valdete afirma que parte dos remédios utilizados pela filha não é obtida pelo SUS e precisa ser comprada pela família.
“A maioria das medicações que a Jhóy faz uso não existe no SUS. São medicamentos particulares, então não tem o que fazer, tem que comprar”, afirma.
As despesas mensais de farmácia são na faixa de R$ 800 a R$ 900 e que parte do benefício do Bolsa Família é utilizada para ajudar nas despesas da filha.
Amor gingante de mãe
Ao relatar os últimos meses, Valdete também fala sobre o impacto emocional provocado pela rotina de consultas, exames, preocupações financeiras e cuidados com a filha. Ela conta que passou a enfrentar crises de ansiedade, dificuldades para dormir e episódios de exaustão.
“ Eu não posso fraquejar porque eu sou mãe. Eu preciso ficar de pé”, diz.
Apesar das dificuldades, a mãe afirma que tenta se concentrar na evolução da criança e na possibilidade de concluir essa fase do acompanhamento. A mãe ainda lembra da conversa que teve durante a investigação médica.
“Doutor, eu sei o que você quer investigar, mas eu tenho fé de que a minha filha vai entrar para aquela história que vocês vão contar para os outros”, relata.
Hoje, segundo ela, Jhóy corre, brinca, conversa e demonstra disposição no cotidiano. A mãe também relata que a menina se prepara para frequentar a creche.

A força de Valdete, que segue sustentando a rotina de cuidados mesmo diante do desgaste emocional e financeiro, se tornou também parte central da trajetória de Jhóy — uma caminhada marcada pela persistência de uma mãe que, como ela própria resume, “não pode fraquejar” porque precisa continuar de pé pela filha.
“Nas minhas orações eu só agradeço a Deus por tudo.
Gratidão a quem ajudou Jhoy
Val diz que uma das marcas da trajetória da filha foi a quantidade de pessoas que contribuíram, muitas delas sem sequer conhecer pessoalmente a família.
“Eu preciso andar na rua sorrindo para todos, porque às vezes vai passar do meu lado alguém que ajudou muito a mim, mas principalmente a minha filha, e eu não sei quem é”, afirma.
Para a mãe, divulgar a situação da filha também é uma forma de mostrar a realidade vivida pela família durante todo o tratamento.
“Essa história que você está ouvindo não é alguém de longe ou um terceiro que está contando. É alguém que viveu, alguém que está vivendo e que está compartilhando isso com você”, afirma.
Como ajudar Jhóy
A família mantém aberta a campanha para custear consultas, exames, vacina e despesas de deslocamento. Segundo Valdete, comprovantes, recibos, laudos e outras informações relacionadas às despesas podem ser apresentados a quem desejar acompanhar a prestação de contas.
Atenção!
A chave Pix para ajudar a Jhóy mudou. As contribuições podem ser feitas por PIX:
➡️ Chave PIX: 89f89614-256b-4bfe-aa38-ab8d5d025117
Caixa Econômica Federal
ou
Nubank
➡️ Titular: Valdete Ribeiro
Val também destaca que a família mantém à disposição os documentos relacionados ao tratamento de Jhóy, incluindo laudos médicos, recibos, comprovantes de exames, consultas e despesas já realizadas. O material pode ser apresentado às pessoas que contribuíram ou que desejarem verificar a destinação dos recursos arrecadados.
Qualquer valor pode contribuir para alcançar a meta.
Quem não puder fazer uma doação também pode colaborar compartilhando a campanha para ampliar o número de pessoas alcançadas.
Serviço | AJUDE JHÓY
Contribuições podem ser feitas pelas seguintes opções:
✅ Pix — Caixa Econômica Federal
✔ Chave: 89f89614-256b-4bfe-aa38-ab8d5d025117
✅ Pix — Nubank
✔ Chave: [email protected]
✅ Titular: Valdete Ribeiro
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