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Crime no Jardim Boa Vista

Homem é morto a tiros na porta de casa no Jardim Boa Vista em Araraquara

Crime foi na Avenida Arcílio Antônio Mascia, a poucos metros da casa da vítima, por volta das 21h, após discussão

Willian Oliveira|· 3 min de leitura
Homem de camiseta e calça escura caído no asfalto de uma rua, com carro preto estacionado ao lado e viaturas da Polícia Militar.
Homem morto a tiros no Jardim Boa Vista, em Araraquara, perto de casa; dupla que dava carona segue foragida. Foto: Willian Oliveira
RESUMOver em 43 segundos
  • Um homem foi morto a tiros por volta das 21h de sexta-feira (16/10), no cruzamento da Rua Maria Apparecida Julianetti Tulio com a Avenida Arcílio Antônio Mascia, no Jardim Boa Vista, zona norte de Araraquara, a poucos metros de casa.

  • Segundo a Polícia Militar, a vítima chegou ao local em um Renault Mégane preto dirigido por dois conhecidos, com quem discutiu ao descer do carro; um deles sacou um revólver e atirou.

  • O Samu foi acionado, mas os socorristas apenas confirmaram o óbito; a quantidade exata de disparos ainda não foi divulgada.

  • A PM buscou a dupla com apoio da Força Tática, mas nenhum suspeito havia sido localizado até o fechamento da reportagem.

  • O caso será tratado como homicídio pela Polícia Civil, que deve analisar câmeras, ouvir testemunhas e rastrear o veículo; identidade, idade e motivo da discussão não foram divulgados.

Um homem foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (16) a poucos metros da própria casa, no cruzamento da Rua Maria Apparecida Julianetti Tulio com a Avenida Arcílio Antônio Mascia, no Jardim Boa Vista, zona norte de Araraquara. O crime foi registrado por volta das 21h.

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Eixo - Lettera

Segundo a Polícia Militar, a vítima chegou ao local em um Renault Mégane preto, dirigido por dois conhecidos que estariam dando carona ao homem. A versão inicial é a de que os três se conheciam e estavam juntos pouco antes do desfecho violento.

Ao sair do veículo, segundo a polícia, o homem entrou em atrito verbal com os dois ocupantes do carro. A discussão escalou rapidamente: um dos homens sacou um revólver e atirou contra a vítima, que caiu ferida no meio da via. A quantidade exata de disparos ainda não foi confirmada pelas autoridades.

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Tentativa de socorro

Uma equipe do SAMU foi acionada assim que os tiros foram ouvidos, mas, ao chegar ao local, os socorristas apenas confirmaram o óbito.

A Polícia Militar chegou em poucos minutos e passou a patrulhar pela região em busca da dupla. Equipes da Força Tática reforçaram o cerco na tentativa de interceptar o Renault Mégane, mas, até o fechamento desta reportagem, nenhum suspeito havia sido localizado.

A identidade da vítima, assim como sua idade e o motivo exato da discussão que terminou em morte, não foram divulgados pela corporação.

Perícia recolhe vestígios no cruzamento

Agentes da Polícia Científica estiveram no local para o levantamento de vestígios. O trabalho técnico busca reunir elementos que ajudem a reconstituir a sequência do crime e, principalmente, a apontar quem efetuou os disparos.

Depois da perícia, o corpo foi retirado da via por uma funerária e encaminhado ao Instituto Médico Legal de Araraquara, onde passa por exame necroscópico. O laudo deve esclarecer, entre outros pontos, o número de tiros que atingiram a vítima.

O caso será tratado como homicídio e segue agora sob responsabilidade da Polícia Civil. Como de costume nesse tipo de investigação, a apuração deve incluir o exame de câmeras de segurança de residências e comércios da vizinhança, oitiva de testemunhas e o rastreamento do carro usado na fuga.

O que ainda falta esclarecer

O fato de vítima e suspeitos terem relação prévia é visto como um dos principais fios para a investigação. De acordo com a PM, os três estavam juntos minutos antes do crime, o que sugere algum tipo de vínculo entre eles, ainda não detalhado.

O Renault Mégane preto também é peça central do caso, já que foi o veículo usado tanto para levar a vítima ao bairro quanto para a fuga da dupla. Moradores que tenham imagens ou informações podem repassar dados de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no 181, ou pelo 190.

Até o momento, a polícia não informou se a arma usada no crime foi apreendida nem se os dois homens já foram identificados. Por isso, ambos permanecem apenas como suspeitos, sem qualquer acusação formal.

A reportagem do Araraquara Agora segue acompanhando o caso e vai atualizar o texto assim que a Polícia Civil divulgar novos dados sobre a identidade da vítima e o andamento das buscas pelos suspeitos.

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