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Imagens flagraram

Trio invade obras de condomínio em Araraquara e furta R$ 120 mil em fios de cobre

Criminosos invadiram o canteiro de obras no Jardim Paraíso; caso é investigado

-|· 2 min de leitura
Trio invade obras de condomínio em Araraquara e furta R$ 120 mil em fios de cobre
Câmeras registraram o momento em que três homens carregam bobinas de cobre no condomínio do Jardim Paraíso Foto: Reprodução.

 

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Colaboração: Flavio Fernandes.

Na madrugada desta quinta-feira (21), um condomínio localizado na Rua José Carlos Temponi, no Jardim Paraíso, foi alvo de um furto de grande valor. Segundo informações preliminares, três criminosos invadiram o local e furtaram diversas bobinas de fios de cobre, totalizando um prejuízo estimado em R$ 120 mil.

 

Imagens registradas pelas câmeras de segurança mostram o trio chegando ao canteiro em uma picape leve, carregando as bobinas no veículo e fugindo em seguida.

 

 

Até o momento, ninguém foi preso.

 

O caso será investigado pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Central de Polícia Judiciária (CPJ). O Portal Araraquara Agora acompanha o desdobramento da ocorrência.

 

CONFIRA AS IMAGENS:

O episódio remete a outro caso na cidade, envolvendo Tiago Henrique Reginaldo, de 39 anos, conhecido pelo apelido de “Gibi”. Ele foi condenado a 14 anos de prisão por furtos e roubos cometidos em dezembro de 2024 e janeiro deste ano, em condomínios e obras em construção.

 

Na ocasião, os crimes resultaram em prejuízos superiores a R$ 178 mil, incluindo a furto de fios de cobre, uma bicicleta elétrica avaliada em quase R$ 19 mil, uma caminhonete e diversos objetos de alto valor, como joias, eletrônicos e bebidas importadas. Saiba mais, AQUI.

 

O caso de Tiago foi elucidado pelo SIG da CPJ, com apoio de imagens de câmeras, laudos periciais e depoimentos de vítimas e testemunhas, incluindo a ex-esposa do acusado, que reconheceu o criminoso nos vídeos e entregou parte dos bens furtados.

 

Apesar da condenação, ele ainda responde a outros processos por furtos similares em diferentes bairros, podendo ter a pena aumentada. Durante o julgamento, o réu admitiu os crimes, alegando dependência química e que trocava os bens por entorpecentes em pontos de tráfico da cidade.

 

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