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Entenda como funciona a lei para que veterinários denunciem casos de maus-tratos

Especialista destaca quais normas se destinam à proteção dos animais

-|· 1 min de leitura
Entenda como funciona a lei para que veterinários denunciem casos de maus-tratos
Freepik



Sancionado em fevereiro, o Projeto de Lei 801/2021 obriga os responsáveis por estabelecimentos de atendimento veterinário a notificarem a Polícia Civil do Estado, ou por meio da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal – DEPA, os casos em que forem constatados indícios de maus-tratos contra animais. Segundo o advogado Guilherme Galhardo, o descumprimento da norma levará o infrator a ser responsabilizado de acordo com as determinações da lei.



 

“A notificação deve conter nome e endereço da pessoa que acompanhou o animal no momento da consulta, além de um relatório do atendimento prestado, com espécie, raça, características físicas do animal, uma descrição de sua situação de saúde e todos os procedimentos adotados pelo veterinário”, explica Galhardo.





Para o advogado, a nova Lei se destina aos espaços em que frequentemente são constatados indícios de graves lesões nos animais, incluindo a prática de crueldade e episódios de grave desnutrição.


‘A norma formaliza algo que deveria ser regra em qualquer lugar, mas também serve como um alerta para que todas as pessoas denunciem situações como essa’, diz
‘A norma formaliza algo que deveria ser regra em qualquer lugar, mas também serve como um alerta para que todas as pessoas denunciem situações como essa’, diz

O advogado ainda explica que, desde 2005, São Paulo também conta a Lei 11.977/05, responsável pela criação do Código de Proteção dos Animais, um documento com normas para a preservação da fauna silvestre e proteção dos animais domésticos do Estado.

 


“A legislação, inclusive, determinou aos municípios a criação de projetos que promovessem a integração dos serviços de fiscalização e manejo da fauna, bem como ações de combate ao tráfico e a promoção de parcerias com universidades, ONGs e iniciativas privadas”, diz Galhardo.

 

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