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Um homem de 33 anos foi detido após se envolver em um acidente de trânsito sob efeito de álcool em Araraquara. O caso ocorreu na noite deste domingo (6), no bairro Parque Alvorada e foi registrado como flagrante de embriaguez ao volante e dano ao patrimônio. Porém, de acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito foi liberado depois de pagar fiança.
Ainda segundo o relato policial, a PM foi acionada para atender uma denúncia de condução de veículo por motorista embriagado. Ao chegar ao local dos fatos, os agentes localizaram um veículo, Peugeot, danificado e outro carro, Chevrolet/Celta, estacionado.
O proprietário do Celta, relatou que o automóvel estava parado na frente de sua residência, pois ele assitia uma partida de futebol, momento em que ouviu um som de uma batida de veículo. Ele saiu da casa e ambos viram o motorista descer do carro “dizendo ser policial, pegando o retrovisor do veículo e batendo contra o capô do Celta”, diz o b.o.
A vítima pediu para namorada ligar para a polícia “quando o homem fugiu do local”.
Pouco depois, o motorista retornou ao local com ferimentos visíveis no rosto. Ele alegou que estava tentando recuperar o veículo, mas apresentava fala desconexa, sinais de embriaguez e roupas com vestígios de sangue.
A equipe policial solicitou que o motorista realizasse o teste do etilômetro, que indicou a presença de 1,34 mg/L de álcool por litro de ar alveolar, valor bem acima do permitido por lei, o que o fez ser encaminhado à UPA Central, onde recebeu atendimento médico e foi liberado.
Durante a averiguação, os agentes constataram que o Peugeot apresentava diversas irregularidades. O licenciamento do veículo estava vencido desde 2020 e os quatro pneus estavam em péssimas condições de uso. O condutor foi orientado a regularizar a situação, mas se recusou. Diante disso, foram emitidas autuações e o carro foi recolhido ao pátio do Detran.
O delegado Marco Aurélio elaborou o boletim de ocorrência classificando o caso como embriaguez ao volante e dano ao patrimônio. Foi estipulada uma fiança no valor correspondente a dois salários mínimos, que foi paga por familiares do acusado. Após isso, o homem foi liberado.