Operação Monstros S.A
Polícia Civil prende dupla acusada de matar homem por espancamento em Américo
A vítima Ricardo Aparecido Figueredo foi espancado até a morte no início deste mês no bairro do Luís Ometto

A vítima chegou a ser socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), com ferimentos graves no rosto e na nuca até o Hospital Municipal José Nigro Neto. Porém após 3 dias internado, ele não resistiu aos ferimentos e teve morte encefálica.

A operação foi batizada como “Monstros SA” e os suspeitos foram detidos no mesmo bairro onde aconteceu o crime, mas em depoimento negaram partipação no homicídio.
“Eles se colocaram na cena do crime, e negaram que agrediram a vítima até a morte. Então, diante dessa situação eles foram ouvidos e serão levados para Cadeia Pública de Santa Ernestina”, disse o delegado Jesus Nazaré Romão.
A dupla foi presa temporariamente por 30 dias e o prazo pode ser prorrogado por mais 30 para a conclusão do inquérito instaurado. Ainda de acordo com o delegado as investigações e diligências irão continuar, para saber qual a motivação do crime.
“Ainda não temos uma concretização mesmo diante das investigações já levantadas e apuradas nos autos não sabemos a motivação e o motivo que levou os indivíduos a matarem a vítima”, citou.

ESPANCAMENTO
Na madrugada do dia 6 de julho a Polícia Militar foi acionada por um morador que escutou vários gritos na Avenida Nestor Fernandes, após a vítima ter sido violentamento agredida com pedradas e com um golpe de mata-leão. Quando a PM chegou Ricardo, já havia sido socorrido e os suspeitos fugiram.
“O instrumento usado no dia do crime seriam algumas pedras, porque ele tinha bastante ferimentos na região da cabeça e no rosto. Ele foi socorrido mas acabou não resistindo aos ferimentos e veio a óbito” lembra.
Segundo o delegado mesmo sem os acusados confessarem, ainda é possível conseguir esclarecer a motivação do crime.
“Se eles resolverem confessar espontaneamente, voluntariamente, até para efeito de atenuar a pena seria bom até para dar andamento e rapidez nas investigações. Agora se eles porventura não colaborarem com essa informação sobre a motivação vamos buscar testemunhas que tenham coragem de vir até a delegacia e dizer o que realmente aconteceu naquele dia e naquele local”. finalizou
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