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01/06/2024 às 12h02min - Atualizada em 01/06/2024 às 12h02min

Aposentado que matou homem a tiros em lanchonete se apresentou como CAC; veja o que se sabe

Marcio Fernando Alves permaneceu no estabelecimento e foi preso com uma pistola 9 milímetros que foi usada no crime; a vítima morreu no local

Direto da Redação
Foto: Divulgação/Montagem Araraquara Agora
Um aposentado de 50 anos que matou um homem a tiros em uma lanchonete no final da tarde desta sexta-feira (31), no Santa Angelina, em Araraquara, alegou que era CAC no momento do crime. Marcio Fernando Alves foi preso em flagrante pela Polícia Militar ainda no estabelecimento. 

A PM foi acionada no cruzamento entre a Rua Armando Salles de Oliveira e a Avenida Doutor João Pires de Camargo e quando os policiais chegaram, encontraram o atirador repentinamente saindo do banheiro. Ele estava com “o olhar distante” e não atendeu a primeira ordem de parada. 

O autor se rendeu em seguida, virou de costas, levantou as mãos e foi algemado para segurança de todos, neste momento os PMs pegaram a arma que estava em sua cintura. Com ele foi encontrado uma pistola 9 milímetros e um carregador com nove munições intactas.



O corpo de Alan Albergaria Prado de 45 anos foi encontrado foi encontrado caído e desfalecido no banheiro da lanchonete, porém naquele momento não foi possível avaliar onde a vítima foi atingida por estar encolhida.

A USA (Unidade de Suporte Avançado) do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) esteve no local, mas infelizmente o óbito foi constatado no local. O caso foi registrado como homicídio, por motivo fútil, meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.



Segundo boletim de ocorrência mesmo que Marcio alegou ser CAC, nenhum documento comprovador foi apresentado por ele. Todos os colecionadores de armas de fogo e praticar tiro esportivo ou caça tem que apresentar a documentação legal.

O local onde aconteceu o crime passou por perícia e o corpo de Alan foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) e ainda não há informações sobre o velório e sepultamento. O autor foi preso e encaminhado para Cadeia Pública de Santa Ernestina.

A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) da Polícia Civil investiga o caso. 
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