17/08/2021 às 12h58min - Atualizada em 17/08/2021 às 12h58min

Estado acaba com restrições e Araraquara segue com "decreto capenga" que prejudica comerciantes

Uso de máscara continua obrigatório em SP; aglomerações devem ser evitadas

As restrições de horário e capacidade para o funcionamento dos comércios e serviços chegaram ao fim nesta terça-feira (17). O Governo do Estado de São Paulo já havia anunciado a previsão do término das medidas e, apesar disso, Araraquara segue com um decreto antigo, que mantém regras e prejudica as atividades econômicas locais. 

Araraquara já não segue o Plano São Paulo desde julho
, quando anunciou um decreto mais restritivo do que o estadual. Naquela oportunidade, enquanto as atividades em todo o território paulista podiam atender 80% da capacidade local do estabelecimento, a Morada do Sol seguiu com a regra de 60%. 

Agora, enquanto o Governo do Estado de São Paulo retirou as regras de horário e capacidade para o funcionamento das atividades, Araraquara continua sem previsão para um novo decreto, que flexibilize e siga as recomendações do governo estadual.

Isso pelo menos foi o que afirmou a própria assessoria da prefeitura de Araraquara, quando questionada se a cidade iria publicar algum decreto seguindo a retomada do governo estadual, sem as restrições. "Não tem previsão de decreto novo. Continua valendo o que está em vigor", respondeu. 

Como continua Araraquara?

Em Araraquara, como já mencionado, continua valendo o decreto que está em vigor. O documento estabelece que atividades comerciais e religiosas da cidade funcionem presencialmente das 5h à meia-noite, com a permissão dos estabelecimentos e entidades receberem até 60% da capacidade de ocupação. 

Quais as mudanças estaduais?

A partir desta terça-feira (17) os estabelecimentos comerciais e serviços podem funcionar sem limite de horário e nem de capacidade de ocupação no estabelecimento. Porém, ainda continua a recomendação para evitar aglomerações e o uso de máscara é obrigatório. 

No entanto, vale ressaltar que os municípios possuem autonomia para colocar restrições. Assim, vai de cada prefeitura a decisão de seguir ou não as regras estaduais. 



 
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