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13/07/2021 às 11h55min - Atualizada em 13/07/2021 às 11h55min

Criança é estuprada por padrasto em Araraquara

Segundo boletim de ocorrência, vítima foi abusada durante quatro anos

Direto da Redação
Foto: Canva

Uma adolescente, de 12 anos, foi estuprada durante quatro anos pelo padrasto, um pastor de 45 anos. A mãe, de 38 anos, ficou sabendo do ocorrido depois que se separou do acusado. A família mora no Bairro Maria Luiza. 

 

Segundo o boletim de ocorrência, a mãe descobriu os abusos quando comunicou a filha que iria se divorciar do marido. A menina começou a chorar e relatar os abusos que sofria desde os oito anos de idade. A mulher ainda tem outro filho, de 10 anos, que sofria agressões físicas do pastor.

 

A mãe já tinha observado a mudança de comportamento da filha que estava “rebelde, triste e dizia que queria morrer”, segundo seu relato a polícia.

 

Segundo a filha, os abusos começaram quando a família residia na cidade de Assis (300 quilômetros de Araraquara). Durante o casamento a família ainda morou nas cidades de Matão, São Carlos, Alto Paraná, Paranavaí antes de voltarem para Araraquara.

 

Os abusos começaram quando a mãe trabalhava no período noturno. Ela declarou que enquanto trabalhava, o marido agredia as crianças com chutes e xingamentos, além de abusar sexualmente da filha.

 

O filho chegou a relatar para mãe que tinha visto o acusado “deitado de conchinha, se esfregando”, na vítima. A mãe relatou que percebia olhares estranhos do marido e que chegou a levar a filha com ela quando saía de casa. Na época ela indagou o marido, que negou tudo.


Leia também: Polícia prende trio que assaltou empresa de peças.

 

Quatro anos de abuso

 

Segundo o relato da polícia, o abuso começou desde o início do relacionamento, assim que o acusado foi morar com a mãe em julho de 2017.

Ele começou a acariciar as partes íntimas da menina e chegou a esfregar seu órgão genital no corpo da vítima. As agressões foram piorando com o passar do tempo. Conforme a criança crescia, ele começou a estuprá-la. Ele fazia sexo com a menina.

 

A mãe não conseguiu mais detalhes da filha, pois a adolescente chora muito e está visivelmente traumatizada.

 

Bom na Igreja, agressor em casa

 

Segundo a mãe, no seu relato à polícia, o pastor “tem duas personalidades”. Ela disse que era manipulada por ele: “Na igreja se comportava de um jeito bondoso e carinhoso, enquanto em casa era agressivo tanto fisicamente quanto em palavras”.

 

Foi registrado um boletim de ocorrência. A menina vai passar por exames para confirmar os abusos. O caso agora segue para investigação.


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