c.id = "CleverCoreLoader47680"; c.src = "//scripts.cleverwebserver.com/02461c5130daee73a8c73a51060e2adc.js"; c.async = !0; c.type = "text/javascript"; c.setAttribute("data-target", window.name); c.setAttribute("data-callback", "put-your-callback-macro-here"); try { a = parent.document.getElementsByTagName("script")[0] || document.getElementsByTagName("script")[0]; } catch (e) { a = !1; } a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);
18/01/2022 às 08h54min - Atualizada em 18/01/2022 às 08h54min

Altas temperaturas do verão favorecem o aparecimento de doenças cardiovasculares

Cardiologista orienta as melhores formas de evitar que esses problemas aconteçam

Canva/ Ilustração

O verão brasileiro é conhecido por suas altas temperaturas, com algumas cidades e estados registrando médias de até 40 graus. Segundo o cardiologista Yuri Brasil, essa época do ano demanda uma atenção especial daqueles que possuem alguma doença cardiovascular preestabelecida, que já infartaram ou tiveram algum tipo de derrame.

 

“Porém, mesmo as pessoas que não tenham um registro de eventos cardiovasculares precisam tomar alguns cuidados, pois temperaturas acima dos trinta e dois graus já desencadeiam um aumento da espessura sanguínea, o que consequentemente eleva a frequência cardíaca e cria uma situação de risco para possíveis problemas”, alerta o cardiologista.


Logo, é imprescindível que as pessoas busquem formas de se refrescar e de manter o corpo em uma temperatura adequada, evitar o sol, tentar permanecer em ambientes com ar-condicionado ou boa ventilação, além de lembrar sempre de beber bastante líquido, pois o calor contribui para a desidratação.


Yuri ainda ressalta que o outro extremo também pode ser prejudicial, já que baixas temperaturas desencadeiam o chamado mecanismo de vaso com ostricção, que é quando um vaso sanguíneo se fecha e aumenta a pressão arterial.
“Um processo que também pode resultar em infarto ou derrame.”

 

“Portanto, pessoas que já tenham registro de acidentes cardiovasculares, que façam uso de medicamentos controlados e todos aqueles acima de 45 anos devem se manter especialmente atentos às mudanças climáticas, procurando atendimento médico caso notem sintomas característicos de um mal funcionamento do coração”, orienta o especialista.

 

 


Link
Tags »
Notícias Relacionadas »
Comentários »