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Saúde

Dia Nacional de Combate ao Colesterol: data é alerta contra o risco de doenças cardiovasculares

Cardiologista Yuri Brasil explica como manter o problema sob controle

-|· 2 min de leitura
Dia Nacional de Combate ao Colesterol: data é alerta contra o risco de doenças cardiovasculares
Ilustração/ Pixabay




Comemorado anualmente em 8 de agosto o Dia Nacional de Combate ao Colesterol também tem como objetivo conscientizar a população para os riscos de doenças cardiovasculares.

 

Segundo o cardiologista Yuri Brasil, as pessoas precisam se manter atentas, pois quando elevado, o colesterol aumenta as chances de haver depósitos de placas ateroscleróticas na parede das artérias, causando a obstrução delas.


Situação que consequentemente também eleva a possibilidade de doenças cardiovasculares, principalmente infarto, AVC e tromboses arteriais.

“Problemas que merecem maior atenção, já que essas enfermidades são algumas das principais responsáveis pelos óbitos registrados todos os anos no Brasil”, diz Dr Yuri.
“Problemas que merecem maior atenção, já que essas enfermidades são algumas das principais responsáveis pelos óbitos registrados todos os anos no Brasil”, diz Dr Yuri.

O especialista também explica que o desenvolvimento dessas doenças pode ser associado a outros fatores de risco, como obesidade, pressão alta, diabetes e tabagismo. Logo, o aumento do colesterol costuma acarretar mais consequências nos indivíduos que acumulam situações que representem ameaças ao bom funcionamento do organismo.
 

“A prática de atividades físicas, assim como a manutenção de uma alimentação equilibrada são atitudes essenciais para um adequado controle do chamado bom colesterol. Visitas regulares a um médico especializado e, se necessário, a prescrição de medicamentos, também são medidas eficientes de combate a esse tipo de gordura”, orienta o cardiologista.


Embora os problemas relacionados ao alto nível de colesterol sejam mais frequentes nos adultos, Yuri ainda ressalta que não é uma condição exclusiva deles. “Portadores de alteração genética podem apresentar elevação desde a infância. O crescente número de casos de obesidade infantil também tem contribuído para o problema, da mesma forma que o sedentarismo.”


Diante desse cenário, é imprescindível que os pais se mantenham atentos ao estilo de vida que condicionam as crianças, já que um crescimento afetado por níveis descontrolados de colesterol pode interferir no bem-estar do indivíduo pelo resto da sua vida.

 

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