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Comportamento

Bullying infantil: entenda como o problema pode afetar o desenvolvimento das crianças

Psicóloga Thais Zanin alerta para os principais sinais de comportamento a se ficar atento

-|· 1 min de leitura
Bullying infantil: entenda como o problema pode afetar o desenvolvimento das crianças
Ilustração

Prejudiciais a um desenvolvimento adequado das atividades em sala de aula e para a construção de um processo de aprendizado eficiente, o bullying infantil é uma prática que deve ser desencorajada por pais, professores e responsáveis todos os dias.

 

Segundo a psicóloga Thaís Zanin, o problema vai além do contexto educacional, pois também causa danos psicológicos que podem transcorrer para a vida adulta e interferir nos relacionamentos pessoais e sociais.


A profissional explica que resolver a situação nunca deve depender apenas da criança, mas sim de um trabalho em conjunto entre escola e familiares.

 

“O objetivo é fortalecer o desenvolvimento da autoestima da pessoa envolvida, para que ela reconheça seus pontos fortes e saiba como enfrentar as dificuldades. Aprender a lidar com essas características contribui para o aprimoramento como seres humanos. Algo válido em qualquer idade.”


Zanin alerta para que especialmente os pais se mantenham atentos a alguns sinais que podem indicar que a criança está sofrendo com as consequências do bullying infantil, como a repentina falta de vontade de ir à escola ou de interesse em participar de atividades educacionais; queda nas notas e no rendimento escolar; e ansiedade ao falar sobre assuntos relacionados ao colégio.

 

“Sono e apetite alterados, choro frequente, isolamento social, apatia e dificuldade de concentração, verbalização de insegurança, baixa autoestima e incapacidade, além de sinais físicos como o aparecimento de hematomas e machucados sem explicação também são aspectos importantes a serem observados”, comenta a psicóloga.


Dessa forma, Thais alerta que caso a criança ou o adolescente esteja sofrendo bullying, a orientação é de que os pais conversem com os filhos seriamente sobre o assunto e procurem a escola para que possam resolver a situação.

 

“Além de consultar um profissional a fim de receber as orientações adequadas de como tratar as consequências do problema.”

 

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